Socioeducandos da Fundac recebem qualificação profissional

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A Fundação Desenvolvimento da Criança e do Adolescente “Alice de Almeida”, em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (Sedh), vem desenvolvendo discussões, reflexões e sistematização de ações voltadas para os jovens e adolescentes em conflito com a lei, com o objetivo de melhorar a qualidade do atendimento socioeducativo nas unidades de privação de liberdade do estado da Paraíba.

Socioeducandos da Fundac recebem qualificação profissional

Nesse sentido, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano, realizou um investimento de aproximadamente R$ 125 mil para a efetivação de cursos de qualificação profissional em todas as unidades socioeducativas da Fundac, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – Senai/PB.

 

O primeiro ciclo de cursos teve início na tarde de segunda-feira (17), em três unidades socioeducativas da Fundac e está sendo destinado a 77 jovens e adolescentes do sexo masculino e feminino que estão em cumprimento de medidas, sendo: 30 jovens do Centro Educacional do Jovem – CEJ, no curso de Pintor de Obras; 20 adolescentes do Centro Socioeducativo “Edson Mota” – CSE, no curso de Eletricista Predial de Baixa Tensão; e sete adolescentes da Casa Educativa (unidade feminina), no curso de Costureira de Lingerie e Moda Praia.

 

Ainda dentro do primeiro ciclo de cursos que serão ministrados pelo Senai para os socioeducandos da Fundac, na próxima segunda-feira (24), 20 adolescentes e jovens egressos e da semiliberdade estarão iniciando o curso de Padeiro e Biscoitos Artesanais, na própria padaria escola da Fundação (Nosso Pão).

 

Segundo Rildo Lima, coordenador do eixo profissionalizante da Fundac, a Fundação e a Sedh entendem que investir no ser humano é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e fraterna. “Através do desenvolvimento de competências nas diversas áreas do conhecimento, esta parceria entre as instituições traz novas perspectivas de mudanças nas vidas dos familiares e adolescentes atendidos em nossas unidades”, disse Rildo.

 

Para Noaldo Meireles, presidente da Fundac, investir em profissionalização é abrir possibilidades de resignar vidas de jovens e adolescentes que cumprem medidas socioeducativas, por meio de oportunidades concretas de inserção no mercado de trabalho, evitando assim a reincidência nas unidades de ressocialização. “Com a certificação de cursos profissionalizantes, e as aulas de empreendedorismo do novo modelo de Escola Integral Cidadã, implantada recentemente na Fundação, os socioeducandos poderão trabalhar como autônomos e/ou iniciar o seu próprio negócio”, concluiu Noaldo.

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