Prefeitura interdita aterro de Puxinanã e lixo se acumula em bairros de Campina Grande

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    Campina Grande acordou na manhã desta terça-feira (7) com lixo acumulado em calçadas, ruas e avenidas de seus bairros. O motivo disso foi que ontem os caminhões coletores de lixo não passaram para o recolhendo dos resíduos.

    A prefeitura municipal de Puxinanã, decidiu interditar o aterro sanitário da cidade. A determinação foi tomada após serem detectadas diversas irregularidades. O local vem recebendo resíduos de várias cidades do Agreste paraibano, desde que o lixão de Campina Grande foi fechado, e segundo os moradores de Puxinanã, não há nenhum tratamento do lixo depositado.

    Os moradores de Puxinanã realizaram um protesto, eles reclamam do mau cheiro provocado pela deposição do lixo sem tratamento. Depois das denúncias dos moradores, a prefeitura da cidade abriu um procedimento administrativo para investigar a empresa responsável pelo aterro e foram encontradas diversas irregularidades.

    O ambientalista Roberto Almeida disse que o aterro sanitário não estava funcionando devidamente, tendo se transformado em um novo lixão. As imagens mostram urubus sobrevoando o aterro. Os moradores reclamam que a água acumulada nos reservatórios de Puxinanã estão poluídas devido as irregularidaes do aterro sanitário, o que poderia comprometer a saúde da população. Com a interdição, os carros coletores do lixo recolhido em Campina Grande, ficaram impedidos de entrar no aterro, formando uma longa fila na entrada da cidade.

    O procurador de Puxinanã Márcio Sarmento, afirmou que a empresa funciona sem o alvará de funcionamento, e que as licenças ambientais dos órgãos competentes estavam vencidas. Além de Campina Grande, várias cidades fazem parte do Consorcio formado para depositar o lixo no aterro sanitário construído em Puxinanã. Antes do aterro, o lixo de Campina era depositado no lixão do Serrotão.

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