Saúde abre congresso sobre Rede Escola em João Pessoa

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    A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio do Centro Formador de Recursos Humanos (Cefor-RH/PB), abriu, nessa terça-feira (18), o “I Congresso Rede Escola SUS-PB” e a “I Mostra de Experiências do Cefor-PB”. Os eventos acontecem em João Pessoa até esta quinta-feira (20) e são voltados para estudantes, profissionais das instituições de ensino conveniadas com a SES e dos serviços de saúde, além dos demais inseridos no Sistema Único de Saúde (SUS), para tratar do tema campo de prática e aprendizagem continuada para uma saúde pública humanizada.

    A secretária executiva de Saúde da Paraíba, Cláudia Veras, participou da solenidade. “Um dos grandes desafios do SUS é saber o que precisa melhorar e fazer o redirecionamento das ações. E a educação continuada é um excelente caminho para isso, pois nos proporciona o uso de novos métodos e tecnologias”, destacou.

    Segundo a diretora geral do Cefor-PB, Candice Chiara, com este evento o Cefor-PB pretende provocar uma aproximação entre as instituições de ensino, os serviços de saúde, gestores, profissionais e estudantes. “Com isso, a nossa intenção é favorecer um diálogo no sentido de fortalecer o SUS, de forma mais ampliada, uma vez que a formação está relacionada às práticas de saúde”, observou.

    A Rede Escola possui 45 instituições de ensino, entre escolas técnicas e universidades, e é coordenada pelo Cefor-PB. Para o coordenador da Rede, Pedro Alberto Rodrigues, o Congresso é a continuidade de um processo iniciado há um ano com o convênio das instituições. “Após os convênios houve a avaliação do fluxo – estágio, pesquisa e extensão – e agora, o ápice, que é o Congresso com a participação das instituições, profissionais e estudantes”, lembrou.

    Para Millena Correia, estudante de Farmácia da UFPB, o evento traz o que há de mais importante que é a integração entre serviço e ensino. “Já fiz estágio na atenção básica e vi a importância da educação continuada em saúde. Por exemplo, numa comunidade onde percebe-se a necessidade de alertar a população sobre higiene básica, é imprescindível a união entre os profissionais e os estudantes nesta empreitada. Isso mostra que a educação em saúde é um fator determinante para que a assistência seja cada vez melhor”, avaliou.

    De acordo com a programação, durante os dois dias serão realizadas palestras e oficinas. A técnica em Enfermagem, Cristina Santos, que trabalha na Maternidade Frei Damião, se inscreveu no minicurso sobre sífilis e sífilis congênita. “Esses temas me chamam bastante atenção porque percebo que há muitas mães com o problema e a causa é a total falta de informação. Por meio deste curso, pretendo aprender formas de ajudar essas mulheres”, falou.

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