Ricardo relembra política pioneira para administração penitenciária

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    O governador e candidato à reeleição Ricardo Coutinho (PSB) relembrou os avanços de sua gestão na administração penitenciária e a implantação de políticas públicas pioneiras para o segmento. O tema foi respondido durante debate entre os candidatos ao governo, realizado pela TV Tambaú na manhã deste sábado. Sobre a recomendação de fechar o presídio do Roger, feita pelo Ministério Público, Ricardo disse que isso acontecerá assim que o Estado tenha condições de abrigar os detentos provisórios que estão no presídio.

    Ricardo relembrou ainda os projetos pioneiros de ressocialização implantados em sua gestão, como a criação de alas exclusivas para LGBT nos presídios estaduais, a implantação de um campus da UEPB dentro do presídio do Serrotão, em Campina Grande, e as políticas de inclusão produtiva. “Entretanto, é preciso que a política penitenciária seja compreendida como nacional, porque nenhum estado consegue chamar para si esta responsabilidade, não há recurso disponível”, ponderou o governador.

    Ao responder sobre segurança pública, o socialista voltou a desmentir os números apresentados pelo candidato de oposição Cássio Cunha Lima (PSDB), provando que o índice de homicídios na gestão tucana aumentou para 34 para cada 100 mil habitantes.

    “Sua gestão não comprou nenhum armamento, as viaturas eram empurradas porque não tinha combustível, e os policiais de lugares mais distantes tinham de fazer cotas para comprar gasolina. Seu governo foi omisso, relapso, e permitiu que a insegurança tomasse conta do estado”, criticou.

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