Você viu? RC nega rompimento com Dilma, mas diz que não será submisso

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    Diante a crise de abastecimento de combustível na Paraíba e o possível rompimento do governador Ricardo Coutinho (PSB) ao governo da presidente Dilma Rousseff (PT), em entrevista ao programa Rádio Verdade, na Arapuan FM, na tarde de quarta (6), ele admitiu que mesmo apoiando o governo não é submisso e continuará procurando as devidas melhorias para o Estado.
    De acordo com Ricardo, mesmo apoiando o governo federal, vai continuar a cobrar que o abastecimento de combustível na Paraíba seja regularizado, e destacou que não deixará de apoiar o governo Dilma, assim como foi especulado.
    “Não vou romper com Dilma, até porque seria irresponsável culpá-la por algo que ela não sabia. Não sou criança para agir dessa forma. Tenho certeza que o consenso deva prevalecer. Não sou submisso a ninguém e só me ajoelho a quem seja maior que todos nós, nosso Senhor. Preciso defender os interesses do meu Estado acima de qualquer coisa”, disse.
    Ricardo explicou que, por causa da crise, o arrecadamento do Estado é prejudicado, atingindo diretamente a população paraibana. Ele também aconselhou que se a empresa não consegue suprir a necessidade do país, que “abra mão do monopólio” para que outras empresas possam distribuir aos locais onde não consegue repor.
    “É inaceitável que a Petrobrás agisse dessa forma, nos afeta na arrecadação da Paraíba, já que 30% do ICMS é do combustível. A Petrobrás não pode prejudicar um Estado por um todo, uma população. Se a Petrobras não tem capacidade, então abra o monopólio. O combustível precisa chegar em Cabedelo. O governo federal terá bom senso para enquadrar a Petrobrás, porque a empresa precisa atender o povo. Acredito que vamos superar isso de uma forma positiva”, comentou.
    Mesmo com toda a problemática, o socialista ressalta que hoje, às 17h, a vice-governadora Lígia Feliciano (PDT) estará reunida com equipe da empresa responsável e se for possível, marcará um encontro com a presidente para debater sobre o assunto.
    “A Lígia estará em reunião hoje para discutir com a Petrobras para tentar resolver esse problema, se for necessário teremos reunião com Dilma”, justificou.

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