Queda na aprovação do governo de Dilma é algo “cíclico”, avalia vice-presidente Temer

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    O vice-presidente da República, Michel Temer, disse que a queda na aprovação do governo é algo “cíclico” e que essas alterações já ocorreram em outros momentos. De acordo com pesquisa da Confederação Nacional do Transporte, divulgada hoje (21), a avaliação positiva do governo Dilma Rousseff caiu de 10,8% para 7,7%, menor avaliação desde outubro de 1999.

    “Isto é cíclico. De vez em quando há essas avaliações ou reavaliações. Muitas vezes, isso aconteceu em muitos governos. Cai a avaliação, depois melhora. Vamos esperar o futuro”, disse o vice-presidente, após palestra para empresários nos Estados Unidos.

    De acordo com Temer, a defesa que o governo vai entregar nesta quarta-feira (22) ao Tribunal de Contas da União sobre as contas públicas de 2014 está bem fundamentada. “Juridicamente acho que está muito bem montada. Agora o que o tribunal vai decidir, cabe ao tribunal”.

    O vice-presidente comentou também o rompimento do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), com o governo, destacando que o próprio parlamentar disse que a decisão era pessoal. “Ele pode postular alguma medida partidária. O partido tem instâncias partidárias. Não adianta eu dizer o que o PMDB deve ou não fazer. Quem deve dizer é primeiro a comissão executiva, depois o conselho nacional, depois o diretório nacional, depois a convenção. Tem instâncias partidárias”, afirmou.

    Mais cedo, ao falar sobre a pesquisa, Eduardo Cunha disse que a queda na avaliação do governo reforçará o argumento que levará para o congresso do partido, em setembro, a fim de convencer outros peemedebistas a seguir o mesmo caminho que adotou, o do rompimento.

    “Com a divulgação desta pesquisa, nós vemos que alguma coisa tem que ser mudada. A gente tem que rever esta posição. É mais uma constatação que as coisas não estão caminhando bem e que algo tem que ser feito”, disse, reafirmando que sua posição em relação ao governo é pessoal e que não tem nada a ver com a sua atuação como presidente da Câmara.

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