PT destaca que, em 4 anos, menos de 40 ruas foram pavimentadas em JP

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A Capital paraibana está chegando na marca de um milhão de habitantes, porém, a administração municipal não trabalhou a cidade para o futuro, e com isso a população sofre com problemas que já poderiam ter sido sanados. “Temos problemas em João Pessoa que passam pela mobilidade urbana, infraestrutura, saúde de qualidade e uma educação falha”, destacou o Professor Charliton Machado, pré-candidato do PT a prefeito de João Pessoa.

Alguns números da Prefeitura foram citados pelo Professor Charliton Machado, que lembrou que eles são a prova da falta de competência da gestão que é comandada pelo prefeito Luciano Cartaxo: “Já ouvi algumas vezes uma tentativa de culpar os secretários pelos problemas da administração municipal, tentando isentar o prefeito, porém, os nomes escolhidos para cada pasta passam pelo seu crivo”.

“Temos dados que nos deixam estarrecidos. Em praticamente quatro anos a gestão pavimentou apenas 40 ruas, cerca de dez ruas por ano. A saúde passou por um revezamento de secretários, e hoje temos postos de saúde sem médicos, sem materiais para o atendimento, uma lista enorme esperando pelas consultas especializadas, e no caso das urgências os escândalos envolvendo o Hospital de Trauma de Mangabeira. O prefeito alega um aumento nos investimentos com a saúde, mas a população até hoje não sentiu isso”, acrescentou.

O pré-candidato do PT relatou o fato de João Pessoa ser uma das Capitais que menos se desenvolveu quando o assunto é mobilidade urbana: “Não foram construídas ciclovias que cortem a cidade em todos os seus sentidos, possibilitando segurança e condições para quem usa a bicicleta como meio de transporte. Não temos obras de acessibilidade, e isso impede que pessoas com deficiência transitem em condições adequadas pela cidade. O nosso transporte público coletivo não presta um bom serviço para a população, e falta transparência nas suas informações. Lembro ainda que das solicitações feitas através das reuniões do Orçamento Participativos, apenas 6% foram executadas”.

Questionado sobre o dialogo entre o PT e a prefeitura, o Professor Charliton Machado enfatizou que o prefeito impediu a participação do partido como um órgão externo que poderia contribuir através de críticas construtivas: “Durante todo o tempo que esteve no PT, o prefeito só se reuniu com o partido para tratar da gestão uma única vez. Desde 2014 sentíamos que a gestão migrava para o seu encastelamento, se afastando do debate social e do partido”.

“Um gestor democrático precisa ouvir o seu partido, mas a decisão do prefeito foi que a sua administração seria fechada, seria uma gestão familiar formada por um pequeno grupo que não escuta ninguém e que visa os seus interesses pessoais. O PT sempre esteve no mesmo lugar, e foi o prefeito que optou por abandonar o Plano de Governo aprovado pela população e implantar um projeto personalista e sem compromisso com a população”, concluiu

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