Profissionais de saúde participam de curso sobre Toxina Botulínica

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    O Complexo de Pediatria Arlinda Marques, que integra a rede hospitalar do Estado, reúne durante todo o dia desta sexta-feira (21) médicos ortopedistas, residentes em ortopedia, neurologistas e pediatras durante o I Curso de Aplicação de Toxina Botulínica, que acontece no auditório da unidade de saúde.

    O evento foi aberto com as boas vindas do diretor geral do hospital, Bruno Leandro de Souza, e logo em seguida, o ortopedista pediátrico e mestre em Medicina, Francisco Laécio Vieira Damaceno, deu início às palestras sobre “ Marcha Normal e Patológica” e “ Paralisia Cerebral”. Ainda durante o evento, está sendo realizado um curso prático sobre Toxina Botulínica com aplicação da medicação em pacientes cadastrados no hospital.

    Entre os participantes do evento estavam dois residentes do curso de Ortopedia, Milton Barbosa e Bianca Zambuzzi Meloni, que destacaram a importância do curso para o enriquecimento profissional.

    Mãe de dois filhos, Yanca e Yago com 5 e 6 anos respectivamente, Kaliane da Silva, que mora em Gramame, esperava a hora dos filhos tomarem a medicação. Ela explicou que as duas crianças sofrem de paralisia cerebral e esta é quinta aplicação da medicação no Arlinda Marques. “A melhora é lenta, mas estou confiante e tenho fé em Deus de que tudo vai dar certo”, comentou.

    A dona de casa Rosimere da Silva Barros, que mora no município de Alhandra, foi ao Arlinda Marques com o filho Saulo Manoel Silva Dantas, de apenas cinco anos. O garoto também sofre de paralisia cerebral, tem problemas de equilíbrio e faz uso da Toxina Botulínica. “Essa vai ser a quinta aplicação e a minha esperança é ver meu filho andando para todos os cantos”, disse emocionada.

    Quem também faz uso da Toxina Botulínica no Arlinda Marques é o garoto Luiz Matheus, de seis anos de idade. A mãe dele, Mércia da Silva, que mora no bairro de Cruz das Armas, em João Pessoa, lembra que o menino era um garoto normal até os 5 anos, mas foi acometido de uma meningite bacteriana e ficou tetraplégico. “Depois que passou a tomar essa medicação, aos poucos ele está recuperando os movimentos dos braços e das pernas e não vejo a hora de vê-lo caminhando normalmente e fora dessa cadeira de roda”, disse.

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