Presidente da Cagepa esclarece situação hídrica da região de Campina Grande

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O presidente da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba – Cagepa -, Marcus Vinícius Neves, recebeu a imprensa de Campina Grande nesta quinta-feira (3), em coletiva na Gerência Regional da Borborema, para debater a situação hídrica dos municípios abastecidos pelo açude Epitácio Pessoa, mais conhecido como açude Boqueirão.

“A crise hídrica de Campina e das cidades da região vem trazendo muitos questionamentos e acabam levantando hipóteses e versões equivocadas sobre o que está sendo feito e as projeções. Nesse momento complicado, é necessário não só trabalhar, mas também estar próximo, ouvir a população e esclarecer o que de fato é verdade e o que é falácia”, explicou o presidente da Cagepa.

Dentre os pontos abordados nas entrevistas, Marcus debateu a manutenção da qualidade da água do Boqueirão e as obras que estão em andamento para receber as águas da Transposição do Rio São Francisco. “Destacamos que a água do Boqueirão encontra-se no padrão de qualidade preconizado pelo Ministério da Saúde. Nossos técnicos fazem o monitoramento diário e ações preventivas para melhorar esse tratamento”, informou.

Outra dúvida recorrente entre os campinenses é até quando vai a água do Boqueirão. “O nosso horizonte de tratamento do manancial é para junho e julho de 2017, quando o Epitácio Pessoa deve chegar a 6,47 milhões de metros cúbicos, caso não haja recarga de chuvas. No entanto, antes disso, no mês de abril, a Transposição deve chegar. Também tranquilizamos a população em relação às obras de tratamento de esgoto para receber as águas do São Francisco. Tudo está sendo encaminhado, com previsão de conclusão para o início do mês de janeiro”, disse.

O presidente da Cagepa também adiantou que a companhia já formalizou defesa contra a ação impetrada pela Prefeitura de Campina Grande, que pediu a construção de uma adutora de engate rápido, que traria água do açude Poções, em Monteiro, até o açude Epitácio Pessoa.

“Fizemos um contraponto técnico, esclarecendo que não há viabilidade de construir 124 km de adutora, o que custaria em torno de R$ 250 milhões, além do prazo entre 8 e 12 meses para execução. Antes disso, em abril, chegam as águas da Transposição na região”, afirmou.

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