Prefeitura oferece tratamento emergencial em saúde mental 24 horas por dia

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    A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) disponibiliza atendimento 24 horas por dia para pessoas com transtornos mentais no Pronto Atendimento de Saúde Mental (Pasm). Ao todo, mais de seis mil pacientes já foram atendidos pelo serviço em seis anos de funcionamento.

    A proposta do serviço é oferecer ao usuário um tratamento baseado, dentre outros princípios, em vínculos de acolhimento, respeito e dignidade. Os métodos de tratamento vão desde a escuta particular do paciente até atividades que envolvam a família do mesmo.

    Contando com apoio de uma equipe multiprofissional interessada em desenvolver a inclusão e a autonomia do paciente, o serviço busca romper a ideia de tratamento manicomial, não recomendado por especialistas na maioria dos casos.

    O Pasm foi criado diante da necessidade de prestar auxílio às pessoas que estão passando por problemas psíquicos instantâneos e/ou persistentes. A área de atuação da entidade vai além dos limites da Capital, possuindo atividades nos municípios de Santa Rita, Bayeux, e Cabedelo.

    Atendimento – A porta de entrada do serviço é o atendimento imediato, realizado no Complexo Hospitalar Mangabeira Governador Tarcísio Burity (Ortotrauma). São atendidas tanto as pessoas que se apresentam de forma espontânea como também aquelas que são conduzidas por terceiros. Mensalmente são realizados quase 100 atendimentos no Pasm.

    Segundo Thaís Cavalcanti, coordenadora do Pasm, os atendimentos emergenciais vão de incidentes com pessoas que nunca estiveram nessas condições até os casos em que o paciente apresenta um histórico de doenças psicológicas.

    “Certo dia apareceu uma paciente que veio aqui espontaneamente e disse que não estava bem, pois o relacionamento dela havia acabado… Ela passou uma tarde sob nossos cuidados e depois foi pra casa. Como também temos casos mais complexos”, disse.

    De acordo com a psicóloga Janaína D’Emery, coordenadora de saúde mental da Secretaria Municipal de Sáude (SMS), quando a situação do paciente exige maior atenção, após ser atendido por uma equipe de triagem, ele é encaminhado a um dos centros de atenção psicossocial (Caps) do município. “Os Caps possuem uma estrutura mais direcionada para procedimentos de maior duração para continuar o tratamento. O nosso objetivo é dar suporte a esse individuo em toda a sua totalidade”, afirmou.

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