Polícia Civil prende suspeitos de assassinar travesti em João Pessoa

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Crimes contra a Pessoa (Homicídios) prendeu na tarde da terça-feira (16), os dois homens suspeitos de assassinar uma travesti no bairro de Mangabeira. O crime aconteceu durante a madrugada, quando Esmarlei Lima do Nascimento, de 18 anos e Rafael Henrique Chagas da Costa, de 21 anos, teriam espancado a vítima e atingido com mais de 20 golpes de arma branca.

As prisões aconteceram nos bairros de Mangabeira e José Américo, após 12 horas do assassinato. De acordo com o delegado responsável pelas investigações, Luiz Cotrim, a vítima era conhecida pelo codinome de ‘Cicareli’ e era envolvida com o tráfico de drogas na região da Zona Sul da Capital.

“Após os levantamentos, entendemos que a vítima, que possuía o nome de Rogério Diógenes Teodósio de Carvalho, de 36 anos, tinha envolvimento com um grupo responsável pelo tráfico de drogas, ali na área de Mangabeira, onde ocorreu o crime. Porém, há alguns dias, ela estaria encaminhando usuários para outro ponto de venda de drogas, de um grupo rival. Isso causou o desentendimento e os suspeitos decidiram executar a vítima, de forma cruel. Essas informações nos dão base para afirmar que até o momento não há indícios de homofobia”, disse o delegado.

Ainda segundo o delegado Luiz Cotrim, ainda existe uma terceira pessoa, que está foragida, que tem envolvimento direto com o crime. “Quando realizamos a prisão e colhemos os depoimentos dos suspeitos, descobrimos que ainda existe outra pessoa que participou diretamente da execução. Nós também temos informações colhidas no local do crime, com testemunhas que apontam para essa outra pessoa. Quem tiver mais dados que possam ajudar a polícia para a prisão do foragido pode ligar para o número 197- Disque Denúncia da Secretaria da Segurança e da Defesa Social. A ligação é gratuita e o sigilo da fonte é garantido”, frisou Cotrim.

Os suspeitos presos responderão pelo crime de homicídio duplamente qualificado e serão encaminhados para uma unidade prisional, onde deverão aguardar decisões da Justiça.

 

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