“A pior coisa é você pegar o dinheiro do povo e fazer obra mal feita”, dispara RC

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Enquanto os adversários políticos, endurecem as críticas, o governador Ricardo Coutinho responde apresentado dados das ações que o Governo do Estado vem desenvolvendo em João Pessoa. Recententemente o prefeito Luciano Cartaxo (PSD) atacou Ricardo ao rebater as críticas que ele fez em relação as irregularidades nas obras do Parque Solón de Lucena (Lagoa), apontadas em relatório da Controladoria Geral da União (CGU).

Ricardo destacou que ao contrário das obras do Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), as ações do Governo do Estado na capital tem compromisso com a lisura e bom uso do dinheiro público.

“Na Perimetral Sul, já estamos colocando asfalto, mas é claro que com uma chuva dessas, qualquer atividade de terraplanagem, como foi o caso, a obra fica suspensa, qualquer coisa que fosse feita ali a água pioraria. Em respeito ao dinheiro público tivemos que agir dessa forma”, justificou ele, citando uma das principais obras que o Governo executa na cidade e que é alvo de críticas de Cartaxo.

O governador ainda citou outra obra de impacto que o Estado desenvolve em João Pessoa, o Viaduto Eduardo Campos, conhecido como Viaduto do Geisel, que também teve uma paralisação nas obras de terraplanagem devido as fortes chuvas recentes. Para Ricardo, essas obras são fundamentais à cidade e devem ser feitas com qualidade e responsabilidade.

“São obras importantíssimas, são grandes tubos de concreto, a drenagem é profunda para poder fazer a obra bem feita. A pior coisa é você pegar o dinheiro do povo e fazer obra mal feita, que não resolve nada e às vezes até piora. Eu lamento profundamente porque eu tenho visto o que acontece aqui, é um acinte”, afirmou.

Ricardo também criticou a ineficiência da PMJP no calçamento das ruas da capital. Recentemente ele causou uma polêmica com o prefeito ao assinar uma ordem de calçamento no acesso a Estação Ciência alegando falta de compromisso da gestão municipal com a manutenção das vias municipais. Ele voltou a ressaltar que essa é uma prerrogativa do município que o Estado assumindo devido ao vácuo gerencial.

“Eu fui prefeito, eu calcei quase 600 ruas, e você percebe que essa atividade parou e o que eu quero dizer aqui é que quando a gente planeja, dá pra fazer muita coisa, não dá pra fazer tudo, nunca dará, mas quando se planeja dá para fazer sim”, relembrou fazendo um contraponto à Cartaxo.

 

 

 

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