PDT adia debate sobre rompimento com Dilma e fortalece tese defendida por deputado paraibano

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    A decisão do PTD de romper com a  presidente Dilma Rousseff (PT) foi adiada, permanecendo desta forma na base governista. Estava certa a tese do deputado federal paraibano e presidente do PTD no Estado Damião Feliciano, ao creditar que a sigla irá permanecer com a petista. Mesmo com a rebeldia de alguns petistas , Feliciano acredita que a presidente Dilma não irá retaliar o partido por ter votado contra a MP 665, qual ganhou força nesta segunda-feira (18) durante reunião da cúpula pedetista.

    O prazo para a executiva nacional do PDT de examinar se é caso de continuar apoiando o governo é de 30 dias, porém a decisão final foi adiada para agosto.

    “Não há retaliação contra o (ou do) Governo. Votamos por uma questão doutrinária em torno dos direitops dos trabalhadores. Estamos ajudando o país e creio que devemos continuar no Governo”, afirmou Damião, acreditando que haverá uma conciliação e defende a abertura do diálogo entre o partido e o Governo.

    A insubordinação do deputado federal Damião Feliciano com relação à orientação da presidente Dilma pode afetar dois cargos importantes no Estado – a gerência da Delegacia Regional do Trabalho e também a Superintendência do Patrimônio da União na Paraíba. A titularidade dos dois postos no Estado está a cargo da indicação do parlamentar paraibano e pode sofrer mudanças.

    Por Mateus Fonseca

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