Paulino se solidariza com tucano e acha “condenável” postura de Barbosa

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    O deputado Raniery Paulino (PMDB) lamentou na manhã desta terça-feira (01), na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), o  desentendimento entre os parlamentares Tovar Correia Lima (PSDB) e Ricardo Barbosa (PSB), na última quinta-feira (26), sobre a aprovação do requerimento encaminhado ao governador Ricardo Coutinho (PSB), para implantação do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).

    “Extremamente lamentável, inclusive, pelo ano positivo e produtivo que tivemos. Foi um ano de muito trabalho, a Assembleia esteve toda muito engajada, seja nas comissões nas frentes parlamentares. Então no fim do ano, alguns episódios lamentáveis”,afirmou.

    As discussões com ânimos exaltados na Casa Epitácio Pessoa, de acordo com o parlamentar, não é produtiva e nem positiva. Para ele o respeito precisa ser mantido e as opiniões contrárias devem ser respeitadas.

    “Devemos buscar contemporizar, não vale a pena esse tipo de discussão nesse tom é legitimo ser contrário e ser favorável a qualquer tema aqui na Casa, mas se respeitando, ou melhor nos respeitando e respeitando sobretudo a sociedade paraibana que foi quem nos enviou pra cá e não quer ver este tipo de episódio”, salientou.

    Raniery Paulino ainda destacou que tantos outros temas mais prioritários para a população paraibana estão entrando em pauta na Casa, mas não estão gerando tantos debates quanto a criação do TCM. O deputado ainda se solidarizou com o deputado tucano Tovar.

    “O tema discutido é muito inoportuno, a Paraíba tem outras prioridades. E tão inoportuno foram algumas discussões que foram colocadas aqui, eu me solidarizo publicamente com o deputado Tovar Correia Lima, não estava em plenário mas ouvi a repercussão, ouvi as palavras e acho que é condenável as palavras que foram citadas aqui. O TCM não pode sobrepor a microcefalia. Não pode sobrepor a falta de maternidade dos municípios. Não pode sobrepor o fechamento de hospitais, a exemplo de Lagoa de Dentro, de Itapororoca. Não pode se sobrepor por exemplo aos índices de criminalidade  e violência. Esse é um tema que pode ser debatido sem dúvida alguma, mas acho que não pode ficar nas nossas prioridades. Minha sugestão é que este tema seja debatido  a partir de 2017, porque o que se fala é da uma criação de um instrumento de fiscalização das novas Câmaras de Vereadores e dos novos prefeito”, argumentou.

     

     

     

     

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