Parlamentar paraibano critica política do ‘toma-lá-dá-cá’ do presidente Temer

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Parlamentar paraibano critica política do 'toma-lá-dá-cá' do presidente TemerO deputado federal paraibano Luiz Couto (PT) criticou a forma como o governo ilegítimo de Michel Temer tem agido para se manter na presidência da República. “Às vésperas de ser denunciado à Justiça, Temer parte para uma ofensiva de golpes baixos contra seus algozes. É o golpe contra Janot, contra Faquin, contra Joesley, contra aqueles que ele chama de algozes, inclusive impedindo através de medida provisória que aqueles que denunciaram ou delataram possam ter empréstimo nos bancos oficiais. E agora ele usa do expediente para chamar os Governadores para um toma lá, dá cá”, desabafou o deputado.

Para Luiz Couto, o Palácio do Jaburu nesse toma-lá-dá-cá virou um restaurante. “Tem café da manhã, tem almoço e tem jantar e, algo há mais oferecido, além da comida..”.

Maldades

Segundo o deputado, Janot prepara uma denúncia por corrupção, organização criminosa e obstrução de Justiça e pedirá a condenação de Michel Temer. “ Eu gostaria de dizer que este Congresso não pode continuar recebendo maldades, crueldades e perversidades, que sua base aceita em troca de cargos, emendas, jantares, almoços, cafés da manhã e promessas”, enfatizou.

Temer promoveu essa semana um jantar com governadores para tratar alguns assuntos, entre eles a liberação de crédito aos estados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Há pouco mais de duas semanas, a então presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos, pediu demissão. De acordo com a GloboNews, ela sofria pressão de empresários e do governo para liberar créditos.

Após a saída de Maria Silvia, Temer nomeou o economista Paulo Rabello Castro como novo presidente do BNDES – ele comandava o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e é aguardado para o jantar da noite desta terça no Alvorada.

O encontro no Alvorada ocorreu em meio à maior crise política do governo desde que Temer assumiu a Presidência, em maio do ano passado.

Executivos da JBS fecharam acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal e as informações prestadas por eles nos depoimentos atingiram, principalmente, o presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves (PSDB-MG), afastado do mandato parlamentar.

 

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