Oposição acusa Berg de repetir práticas do passado e estourar folha em 100 dias

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Em 100 dias de governo, o prefeito de Bayeux, Berg Lima, contrariou todas as expectativas e rasgou seu discurso de moralidade, eficiência e economia de sua gestão e estourou a folha de pagamento. Em março, o número de servidores ´apadrinhados’ (comissionados e contratados) superou o de efetivos. A denúncia é do oposicionista Léo Micena.

De acordo com Sistema de Acompanhamento da Gestão dos Recursos da Sociedade (Sagres) do Tribunal de Contas do Estado, em março a prefeitura administrada por Berg Lima registrou um total 3.997 servidores, distribuídos entre efetivos (1.629), comissionados (302) e ‘contratados por excepcional interesse público’ (2.054). O número é um pouco superior a março de 2016 quando o ex-prefeito Expedito Pereira tinha 3.778 servidores, sendo 1.766 contratados e 308 comissionados.

O número de QI (Quem Indica) foi aumentando de janeiro a março, período que o prefeito decretou estado de calamidade no município. O loteamento dos cargos na Prefeitura de Bayeux consumiu em pagamento da folha de março, último mês de atualização da Prefeitura no Sagres, números próximos de R$ 8 milhões, exatos R$ 7.125.500,11.

Contrariando o discurso adotado pela maioria dos gestores da Paraíba, que lamentam a redução no repasse do Fundo de Participação dos Municípios, o FPM, e reclamam das dificuldades para administrar, a prefeitura municipal de Bayeux, um dos maiores colégios eleitorais do Estado da Paraíba, adota o caminho inverso e surpreende ao ampliar, em apenas três meses de gestão, os gastos com a folha de pessoal em quase R$ 2 milhões em relação a janeiro.

“Isso é um absurdo. Um exemplo de amadorismo e falta de gerência administrativa em Bayeux. Como é que o prefeito decreta estado de calamidade, diz que reduziu salários e enxugou a máquina? Tudo mentira. A verdade está aí, ele estourou a folha de pagamento em 100 dias de gestão, repetindo as mesmas práticas do ex-prefeito. Por isso Bayeux está parada, continua a mesma. Os órgãos de fiscalização devem analisar as contas da gestão para averiguar se a Lei de Responsabilidade Fiscal foi descumprida. Trocaram seis por meia dúzia”, declarou Léo Micena.

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