Em caminhada, Ricardo diz que o povo não quer mais retrocesso

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    “Faltam apenas 40 dias para a Paraíba se livrar de uma vez da oligarquia que tenta voltar ao poder. Nós vamos ganhar as eleições, eu sinto isso nas ruas, nos bairros e durante as caravanas que nós já realizamos por todo o Estado. O povo não quer mais o retrocesso”. Esse foi o tom do discurso feito pelo governador Ricardo Coutinho, candidato à reeleição pela coligação ‘A Força do Trabalho’, após ‘Caminhada do 40’ realizada na noite desta segunda-feira (25), no Alto do Mateus, em João Pessoa.

    Nem a chuva que caiu durante o comício improvisado, na Rua Manoel Rosa, fez com que os moradores do Alto do Mateus e de bairros vizinhos abandonassem o local, e deixassem de ouvir as palavras de Ricardo. “Isso é uma demonstração de que não se precisa pagar nem comprar ninguém para participar das nossas atividades de campanha. As pessoas comparecem de livre e espontânea vontade”, afirmou o socialista.

    Ricardo ainda destacou algumas das obras que realizou no Alto do Mateus como governador e prefeito da Capital. “Como governador, instalamos aqui uma Unidade de Polícia Solidária, que reduziu o número de crimes em mais de 50%, e executamos o saneamento de quase 20 ruas. Como prefeito, tive a felicidade de construir o Centro de Referência em Educação Margot Trindade, reformar a Praça das Mangueiras e implantar o Polo de Inclusão Produtiva e Vestuário”, recordou o candidato da ‘Força do Trabalho’.

    ‘Casa Girassol’

    Antes de discursar, Ricardo caminhou pelas ruas do Alto do Mateus ao lado de candidatos a deputado estadual e federal da ‘Força do Trabalho’ e recebeu palavras de incentivo da população. O governador aproveitou ainda para conferir pessoalmente o lançamento do projeto ‘Casa Girassol’, onde moradores espontaneamente ornamentam suas residências com símbolos da campanha socialista.

    No bairro, o projeto ‘Casa Girassol’ recebeu a adesão das donas de casa Dalvanice Florinda da Silva e Telma Maria Pereira, que residem na Rua Ernani Maria de Oliveira. “Colori minha casa própria e ninguém me pagou para fazer isso”, ressaltou Dalvanice. “Ricardo foi o único governador que pensou nas classes menos favorecidas e essa foi a maneira que encontrei para externar minha gratidão por tudo que ele fez no nosso bairro”, justificou Telma.

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