“O mal que Ricardo fez a Manoel Jr foi ter votado nele em 2006”, dispara Gervásio

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O deputado Gervásio Maia Filho (PSB), em entrevista ao Paraíba Já, contestou as declarações do deputado federal Manoel Júnior (PMDB), que desistiu de disputar as eleições deste ano para prefeito de João Pessoa e, na ocasião do comunicado da renúncia, declarou que apoiaria a reeleição de Luciano Cartaxo (PSD) e não a pré-candidata Cida Ramos (PSB), pois justificou que o governador Ricardo Coutinho não (PSB) não é de confiança.

Para Gervásio, as declarações de Manoel Júnior “são dor de cotovelo” e o peemedebista só conseguiu se eleger em 2006, como deputado federal, com a ajuda de Ricardo.

“Isso é dor de cotovelo. Manoel só teve voto em João Pessoa quando Ricardo Coutinho votou nele para deputado federal, em 2006 e ele obteve quase 50 mil votos. De lá pra cá, ele entrou num declínio e você sabe que político quando entra no declínio fica com esse tipo de argumento que não tem sentido. O mal que Ricardo Coutinho fez a Manoel Junior foi ter votado nele pra deputado federal em 2006”, justificou.

Gervasinho afirmou ser difícil expressar sua opinião em relação as declarações de Manoel Júnior, pois ele não representa o PMDB e faz política seguindo a linha de Cássio Cunha Lima.

“É difícil você estar comentando uma figura que não representa o verdadeiro PMDB, como é que eu posso comentar uma fala destoante do partido sempre? Quando lhe foi conveniente deixou o partido, depois pediu pra voltar. Ele destoou o partido em 2014 e certamente está destoando agora, está seguindo a linha do senador Cássio, ele tem gerado um desconforto muito grande no verdadeiro PMDB” , criticou.

A construção de uma candidatura majóritária exige união dentro do partido, de acordo com Gervásio, Manoel Junior fez o oposto.

“Estava tudo muito claro, como é que você quer construir uma candidatura majoritária você tem que unir o partido em torno do seu nome, agregar forças. Depois que fizer isso, tem que construir uma boa proposta pra cidade pra poder ganhar as ruas, o primeiro passo dele foi dividir o partido, de quebrar compromisso dentro do partido como fez comigo. Em política você não tem obrigação com os políticos, você tem obrigação com as pessoas, com o povo. As obrigações que Ricardo tem é com a população, se determinada aliança não der certo tem que ser compreendido. A pior coisa que tem na vida são as pessoas ingratas, Manoel não tem a menor autoridade pra falar de Ricardo”, finalizou.

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