Número de assassinatos na Paraíba cai 25%, aponta levantamento do Nace

De janeiro a maio, a redução acumulada é de 11,2% em relação ao mesmo período do ano passado

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A Paraíba continua sendo o único Estado do Brasil a apresentar redução na ocorrência de assassinatos durante cinco anos consecutivos e ainda nos cinco primeiros meses de 2017. De janeiro a maio, a redução acumulada é de 11,2% em relação ao mesmo período do ano passado. No mês de maio a queda é de 25% na comparação com o mesmo período de 2016.

De acordo com o Núcleo de Análise Criminal e Estatística (Nace) da Secretaria da Segurança e da Defesa Social, nos cinco primeiros meses deste ano foram registrados na Paraíba 529 Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), que são homicídios dolosos ou qualquer outro crime doloso que resulte em morte, e de janeiro a maio do ano passado esse número foi de 596 casos.

Em maio, o número registrado foi de 91 assassinatos na Paraíba, contra 122 no mesmo período de 2016. O Nace ainda ratificou que o estado saiu de uma taxa de 44,3 homicídios por 100 mil habitantes em 2011 para 33,1 no ano passado, com projeção de 31,7 para o ano de 2017.

Em relação aos assassinatos com vítimas do sexo feminino, também foi constatada redução de 35% se comparados os cinco primeiros meses deste ano e de 2016, com o registro de 32 casos contra 49. No total de CVLI registrados, as ocorrências envolvendo morte de mulheres representam 6%.

Das 21 Áreas Integradas de Segurança Pública (Aisp) do Estado e previstas na Lei 111/2012 (Compatibilização de Áreas), 13 apresentaram redução de CVLI acumulado de janeiro a maio: Esperança (-22), Santa Rita (-20), Zona Sul de João Pessoa (-17), Zona Norte de João Pessoa (-15), Bayeux (-10), Cabedelo (-5), Solânea (-5), Mamanguape (-4), Monteiro (-4), Itaporanga (-2), Patos (-2) e Cajazeiras e Queimadas (-1).

Para o secretário executivo da Segurança e da Defesa Social, Jean Nunes, os números são fruto da integração das forças de segurança e de um planejamento operacional baseado na obtenção de resultados.

“Avaliamos os dados semanalmente e ainda trabalhamos com um calendário de reuniões focais, para que as ações aconteçam de acordo com a realidade das regiões. Nesta semana, decidimos estar em Campina Grande, por conta do início das festas juninas e pela demanda de policiamento que o mês exige em todo o Estado”, frisou o secretário.

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