Márcia defende decreto de emergência e rebate denúncia ‘vazia’ dos derrotados em Conde

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A prefeita de Conde Márcia Lucena (PSB) rebateu, na manhã desta terça-feira (07), supostas ilegalidades no decreto de emergência que instituiu a coleta de lixo no município, e, que teve os efeitos suspensos por medida cautelar de um conselheiro substituto do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) em reação a denúncia encaminhada à instituição.
“Agimos em defesa da população que vivia um estado de calamidade, e o nosso decreto está absolutamente correto, e já foi encaminhado ao Tribunal de Contas do Estado”, afirmou.

Na manhã desta terça-feira (7), o procurador-geral de Conde, Bruno Ricelli, encaminhará ao TCE a documentação necessária para o atendimento das exigências da medida cautelar.
Márcia destacou que o denunciante é um estudante de Direito que tentou agredi-la com um murro no dia da eleição, contrariado com as manifestações de apoio e contra o grupo da gestão anterior.
Para ela, se trata da expressão do inconformismo de um grupo que perdeu o controle dos negócios públicos. Márcia acrescentou que já esperava essa tipo de atitude, “uma tentativa de encobrir as boas novas da gestão que já conseguiu estabelecer um ritmo satisfatório para a limpeza da cidade”.
Márcia Lucena acrescentou que o decreto da emergência é indispensável para garantir a compra de medicamentos para a rede de atendimento em Saúde, que se encontrava fechada. “A dimensão do decreto inclui a necessidade de medicamentos para um serviço que estava fechado, e que nossa gestão abriu, e está avançando para estabelecer a regularidade do fornecimento também dos remédios”, alertou.

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