Manoel Jr diz que compreende papel de Trócolli: “é funcionário do governador”

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    O deputado federal e pré-candidato do PMDB em João Pessoa Manoel Júnior afirmou, durante entrevista ao programa Rádio Verdade, da Arapuan FM, na tarde desta quinta-feira (28), que vê com naturalidade as movimentações do secretário de Articulação Política Trócolli Junior, e dos insatisfeitos com sua pretensão nestas eleições, como o deputado Gervásio Maia Filho. Porém, não se sente ameaçado diante dos boatos de possível “boicote”, até porque, para Manoel Jr, quem tem intenções de implodir sua candidatura é o governador Ricardo Coutinho (PSB).

    “Eu analiso com extrema naturalidade, até porque Tróccoli é funcionário do governador Ricardo. O deputado é meu amigo, somos próximos. Ele mesmo anda meio desiludido da política e anda dizendo que será a última vez que vai participar da vida pública. Mas isso é página virada, o diretório votou quase por unanimidade que o PMDB vai ter candidatura própria, que inclusive está registrada em ata pública, que Trócolli e Gervasinho participaram. Trócolli disse na sede do partido, está gravado, disse que iria votar no candidato do partido”, declarou.

    Ele ainda reafirmou o apoio que tem dentro do partido. “O senador Maranhão, Raimundo Lira, deputado Raniery Paulino, Francisca e Hugo Motta. O que aconteceu na Granja Santana foi uma reunião de despacho administrativo normal. Eles querem obscurecer a vinda de Michel Temer, que vem pra cá pra fortalecer a unidade do partido e confirmar nossa candidatura, que está posta e tem incomodado. Me pergunto porque o maior partido da Paraíba e do Brasil não poder se candidatar em João Pessoa”, explanou.

    Para Manoel Junior, quem não quer sua candidatura é o governador Ricardo Coutinho (PSB). “Esse é o temor do governador. Ele quer fazer da prefeitura um puxadinho do palácio. A prefeitura não precisa de um pau mandado do governador. João Azevêdo será apernas um teleguiado dele. João Pessoa não precisa disso, já passou desse momento. Quem não lembra do episódio desagradável e fatídico da destruição do Aeroclube? Aquilo foi um constrangimento público entre o governador e Agra”, disse.

    E explicou porque quer ser prefeito de João Pessoa. “Eu quero cuidar da cidade. A saúde está um caos. A Comissão de Saúde da Câmara veio aqui e viu o estado de nove USFs. Destas, seis não tinham médico. Vimos pacientes com mais de três meses de internação no Trauminha, sem solução. Veja como a gestão da saúde está comatosa, na UTI. Porque é que o PMDB não pode ter uma candidatura em João Pessoa? Porque o governador não quer?”, questionou.

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