Luís Tôrres rebate Cássio e critica gestão ‘catastrófica’ do tucano na saúde

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    O jornalista Luís Tôrres, secretário de Comunicação do Estado, utilizou as redes sociais para rebater as críticas veiculadas nesta quarta-feira (27) no guia eleitoral do PSDB à gestão do governador Ricardo Coutinho (PSB) na área de saúde. Para o auxiliar do socialista, “o Guia de Cássio mente de maneira crônica”.

    “Em seu guia, onde é o ator principal, (Cássio) tenta diminuir o impacto dos avanços do atual governo com mentiras insustentáveis no desesperado objetivo de esconder as próprias limitações. Para falar sobre a abertura de leitos hospitalares na Paraíba, usa dados do CINES (Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde) e acha que engana a população da Paraíba”, comentou o secretário em sua página no Facebook.

    Ao contrário do que foi dito no guia de Cássio, Luís Torres reafirmou a informação de que a gestão de Ricardo Coutinho abriu, com recursos do Tesouro Estadual, mais de 900 novos leitos na Paraíba. “Mais da metade do que havia na rede hospitalar até dezembro de 2010”, enfatizou o secretário.

    “Será que não foi implantado leito algum com o a abertura do HTOP, hospital de suporte do Trauma em João Pessoa? Será que não foi implantado leito algum na abertura do hospital de Taperoá? De Monteiro? De Pombal? De Mamamguape?”, completou o jornalista.

    Tôrres aproveitou para relembrar alguns dos escândalos da gestão do então governador Cássio Cunha Lima na área da saúde. “Nenhum paraibano, por mais encantando que seja por ficção, cairia num roteiro que diga que não. Principalmente se ele for contada por quem permitiu a criação de uma lista de morte de bebês com problemas cardíacos na Paraíba, deixou hospitais, como o de Taperoá, abandonados por mais de seis anos, foi obrigado pela justiça a investir o mínimo de 12% no setor e nunca entregou a população uma unidade sequer de saúde neste estado”, rebateu.

    Leia a íntegra do texto:

    A divina comédia…

    O Guia de Cássio mente de maneira crônica. Incapaz de apresentar um passado administrativo comparável ao governo Ricardo, o programa passou a investir num novo gênero da ficção: a comédia numérica.

    Em seu guia, onde é o ator principal, tenta diminuir o impacto dos avanços do atual governo com mentiras insustentáveis no desesperado objetivo de esconder as próprias limitações. Para falar sobre a abertura de leitos hospitalares na Paraíba, usa dados do CINES e acha que engana a população da Paraíba. 

    A verdade é um bom remédio pra isso. 

    Sãos as gestões estaduais e municipais que alimentam o CNES – Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde – dos dados que o cadastro possui e não há obrigatoriedade alguma por parte de qualquer governo de fazer isso automaticamente. Assim, se um governo que tenha investido com recursos próprios na abertura de novos leitos, por exemplo, não repassar as informações para o cadastro, o Ministério da Saúde não fará por ele.

    Ricardo abriu sim, e com recursos do tesouro estadual, mais de 900 novos leitos na Paraíba. Mais da metade do que havia na rede hospitalar até dezembro de 2010. 

    Será que não foi implantado leito algum com o a abertura do HTOP, hospital de suporte do Trauma em João Pessoa? Será que não foi implantado leito algum na abertura do hospital de Taperoá? De Monteiro? De Pombal? De Mamamguape? 

    Nenhum um paraibano, por mais encantando que seja por ficção, cairia num roteiro que diga que não. 

    Principalmente se ele for contada por quem permitiu a criação de uma lista de morte de bebês com problemas cardíacos na Paraíba, deixou hospitais, como o de Taperoá, abandonados por mais de seis anos, foi obrigado pela justiça a investir o mínimo de 12% no setor e nunca entregou a população uma unidade sequer de saúde neste estado. 

    Bom que as mentiras não peguem. O povo da Paraíba tá vacinado.

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