Lixo: Veneziano levanta suspeita de contrato emergencial firmado pela Prefeitura de CG

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    O deputado federal e ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rêgo (PMDB), afirmou que achou ‘estranho’ a pressa com que a gestão do prefeito Romero Rodrigues (PSDB) rompeu o contrato com a empresa responsável pelo aterro sanitário de Puxinanã e formalizou um novo contato no valor superior a R$ 2 milhões para operar de forma emergencial.

    “É muito estranho a Prefeitura, primeiro, usar uma desculpa que não existe, pois a empresa divulgou a licença ambiental que a Prefeitura estava dizendo não existir, fator que motivou a suspensão do contrato. Depois, vem um contrato num valor tão alto, às pressas, mais de R$ 2 milhões, quase R$ 2,5 milhões, sem um motivo plausível ou pelo menos real para apresentar à população”, comentou o deputado.

    Veneziano revelou que obteve a informação de que o real motivo da suspensão do contrato é uma dívida da Prefeitura de Campina Grande para com a empresa que mantém o aterro sanitário de Puxinanã, que já chega a quatro meses de atraso. Ele se disse surpreso pelo fato de a PMCG “aproveitar um motivo inexistente” para gerar um contrato superior a R$ 2 milhões com outra empresa.

    A empresa responsável pelo aterro sanitário de Puxinanã apresentou a Licença Ambiental para funcionamento do local, desmentindo, assim, segundo Veneziano, a versão apresentada pela Prefeitura de Campina Grande, de que estaria rescindindo o contrato pela ausência de licença de funcionamento. “O documento mostra claramente que a versão da Prefeitura não procede”, observou o deputado peemedebista.

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