Lixo se acumula ao lado de enfermaria do Trauminha; confira imagens

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Na enfermaria 16 do Hospital Ortotrauma de Mangabeira (Trauminha), uma situação de irregularidade foi denunciada pelos pacientes durante a vistoria feita pelos vereadores de João Pessoa. No outro lado da janela do ambiente onde ficam os internos, um aglomerado de lixo se acumula, atraindo baratas, mosquitos e outros tipos de pestilências.

De acordo com relatos de pacientes ao Paraíba Já, apesar do lixo ir se acumulando há dias a equipe do hospital ainda não tomou nenhuma providência. Confira as imagens:

Lixo se acumula ao lado de enfermaria do Trauminha; confira imagens
Janela da enfermaria 16 do Trauminha, com toalha de paciente estendida. Quem está dentro da enfermaria e olha pelos cobogós, vê lixo se acumulando.

 

Lixo se acumula ao lado de enfermaria do Trauminha; confira imagens
Lixo acumulado do outro lado da janela da enfermaria 16 do Trauminha.

Rir, para não chorar

Tem situações na vida que, de tão trágicas, preferimos rir para não chorar e se desesperar. Ao menos é o caso de dois pacientes no Ortotrauma de Mangabeira (Trauminha), Michael Livinsthon e Luiz Fernando, que estão internos há dez dias, apenas esperando o diagnóstico médico, se farão ou não algum procedimento cirúrgico.

A equipe do Paraíba Já acompanhou a inspeção dos vereadores Bruno Farias (PPS), Eduardo Fuba (PT) e Renato Martins (PSB), na tarde desta quarta-feira (18). Os parlamentares foram conferir denúncias de pacientes e possíveis melhorias executadas pela gestão do prefeito Luciano Cartaxo (PSD), após relatório do Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB). A entidade deu um prazo de 30 dias, que venceu no dia 04 de maio, para que a PMJP apresentasse soluções para as irregularidades encontradas durante fiscalização. Prazo este, que a PMJP pediu prorrogação até a próxima terça-feira (24).

Ao chegar no hospital, a reportagem do Paraíba Já encontrou vários pacientes “passeando” pelos corredores, única opção para aqueles que esperam há tanto tempo por uma cirurgia.

Os jovens Michael Livinsthon e Luiz Fernando, ambos com o braço quebrado decorrentes de um acidente de moto, também reclamam da demora no agendamento da cirurgia. Há dez dias eles aguardam um parecer da equipe de médicos do Trauminha e ficam ao relento, vendo o tempo passar.

“Nem sinal dos ortopedistas. Só aparece médico pra perguntar se eu tô esperando alguém, se eu tô com dor. Dá vontade da dar uma resposta malcriada, como ‘Nada, tô hospedado aqui’”, ironizou Michael.

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