Lira homenageia Dia da Mulher e destaca o papel dela no desenvolvimento do País

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    No Dia Internacional da Mulher, o senador Raimundo Lira (PMDB-PB) lembrou a importância da data e frisou que o sexo feminino tem conquistado, de forma peculiar, uma ascensão progressiva e permanente na sociedade. O parlamentar destacou as mulheres peemedebistas de seu estado, como a 1ª suplente do Senado e Secretária Executiva do Escritório de Representação do Governo Nilda Gondim, a Superintendente da Funasa Ana Cláudia Vital do Rêgo e a prefeita de Patos Francisca Motta.

    Para Lira, as opiniões femininas são sensatas e, por isso, cada vez mais as mulheres se tornam dirigentes e formadores de opinião na sociedade, conquistando espaço e dando sua contribuição para a condução do Brasil. Ele frisou que sempre ouve as opiniões da esposa, Gitana Lira, companheira que o auxilia na vida profissional e que tem estado ao seu lado em todos os momentos de sua vida.

    Aproveitando a passagem de mais um 8 de Março, o senador paraibano ressaltou a ascensão do papel da mulher. Ele entende que a representação da mulher na política e no exercício de cargos públicos está longe de refletir sua importância na sociedade. No entanto, revela os avanços existentes nos últimos anos e a quebra de preconceitos. Como exemplo, citou a própria presidente Dilma Rousseff (PT), primeira mulher a assumir por duas vezes o posto mais alto da política brasileira.

    De acordo com Lira, apesar da resistência de alguns segmentos da sociedade, a mulher está cada vez mais galgando espaços em diferentes áreas, e dando a sua contribuição preciosa para um mundo mais belo, justo e fraterno.

    Feminicídio – O paramentar peemedebista destacou como importante para as políticas públicas em defesa da mulher a recente aprovação no Plenário da Câmara dos Deputados do Projeto de Lei 8305/14, do Senado, que inclui o feminicídio como homicídio qualificado, classificando-o ainda como hediondo. A matéria irá à sanção presidencial.

    O projeto, lembra Lira, contou com o apoio da ex-deputada federal e atual 1ª Suplente do Senado e Secretária Executiva de Articulação Governamental da Paraíba Nilda Gondim, modifica o Código Penal para incluir entre os tipo de homicídio qualificado o feminicídio, definido como o assassinato de mulher por razões de gênero.

    O Dia Internacional da Mulher foi estabelecido pelas Nações Unidas em 1975, em homenagem a cerca de 130 mil operárias têxteis que morreram em uma fábrica em Nova Iorque. No dia 8 de março de 1857, essas mulheres entraram em greve reivindicando redução do horário de trabalho de 16 horas para 10 horas por dia e aumento salarial. As trabalhadoras foram trancadas na fábrica e morreram queimadas, vítimas de um incêndio.

     

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