Senador paraibano acredita que Brasil vai superar crise e retomar desenvolvimento

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    Vice-presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal (CAE), o senador Raimundo Lira (PMDB-PB) disse acreditar que o Brasil conseguirá superar a crise econômica e financeira que atravessa, e retomar o caminho do desenvolvimento. Raimundo Lira, que é empresário e economista, reafirmou que o ano de 2015 realmente está sendo difícil, mas tem a expectativa de que, em breve, o governo terá as condições de superar as adversidades por que passa.

    A declaração foi dada em debate sobre a política brasileira para a indústria e o comércio, durante audiência pública conjunta das Comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e a de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), nesta terça-feira (16) com a presença do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o senador licenciado Armando Monteiro.

    Ao participar da audiência, o ministro garantiu que, apesar de ter começado mal o ano, a balança comercial brasileira deve fechar 2015 com superávit. Segundo o ministro, a desvalorização do real já produziu um “surto de substituição das importações” e o déficit comercial de US$ 6 bilhões registrados nos três primeiros meses do ano já foi quase zerado.

    “Neste momento de crise, o ministro saiu em defesa do incremento da atividade comercial brasileira com outros países e anunciou um plano nacional de exportação, a ser lançado neste mês, que tem como bases o aperfeiçoamento do regime tributário de exportação, a desburocratização e a simplificação de procedimentos para os exportadores” disse.

    A esperança de Armando Monteiro é de que o plano de exportações mobilize o setor privado. Na opinião dele, o comércio exterior não pode ser apenas “uma válvula conjuntural”, mas uma canal permanente da economia, sem variar conforme a conjuntura.

    O plano foi totalmente detalhado pelo ministro durante a audiência na CAE e na CCT. Armando Monteiro também fez questão de destacar que o atual ajuste fiscal em curso não pode “ter efeito paralisante”. “O fim do super ciclo das commodities nos devolve à realidade. O Brasil ainda tem problemas e ineficiências que precisam ser enfrentados com urgência”, disse.

     

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