Senador paraibano se revolta com ajuste fiscal de Temer contra os mais pobres

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O paraibano e senador pelo Rio de Janeiro, Lindbergh Farias (PT), nas discussões na Comissão do Senado sobre a Reforma Trabalhista, mostrou sua indignação com o fato do ajuste fiscal, que está em andamento no Brasil, ser aplicado apenas para o mais pobre, não mexendo nas fortunas dos mais ricos.

“A gente tem um ajuste fiscal, todo em cima de quem? Do aposentado que ganha um salário mínimo, do deficiente que recebe um beneficio de prestação continuada. Tirando dinheiro da Saúde e Educação. Agora eu pergunto: com o ajuste fiscal qual é a colaboração das grandes empresas, do sistema financeiro? Nenhum. Não se fala em tributação de grandes fortunas, é todo em cima do mais pobre”, questionou.

O senador também criticou os salários dos parlamentares, do Poder Judiciário e Ministério Público.

“Ninguém fala nos salários do Parlamento, Poder Judiciário e do Ministério Público. Nós senadores temos dois meses de férias, eu apresentei um projeto que diminuía para um mês até agora não foi votado. Os senhores juízes também tem dois meses de férias, mas querem que os trabalhadores dividam as suas em três meses”, salientou.

As propostas feitas pelos juízes para a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), deste ano, também foram criticadas por Lindbergh.

“O trabalhador quando entra de férias ganha um terço do salário, os juízes estão aprovando uma lei para que eles recebam um salário a mais quando entrarem de férias. Estão querendo acabar com o tempo de deslocamento do trabalhador, mas estão instituindo na Loman um tempo de deslocamento do juiz, que receberia 5% a mais no salário. Para os trabalhadores é só apertar. Trabalho intermitente”, criticou.

 

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