Justiça proíbe gestão de Cartaxo de fazer novos pagamentos da obra da Lagoa

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A Justiça Federal, através da 16ª Vara Federal, proibiu a gestão do prefeito Luciano Cartaxo (PSD) de fazer novos pagamentos relativos à obra da Lagoa do Parque Solon de Lucena. A informação foi divulgada em nota nesta sexta-feira (2), logo após a Polícia Federal desencadear a Operação Irerês, referente a investigação de possíveis irregularidades nos procedimentos licitatórios e na execução da obra.

Justiça proíbe gestão de Cartaxo de fazer novos pagamentos da obra da LagoaLaudos periciais produzidos pela Polícia Federal constataram um dano total ao erário no valor de R$ 6.402.603,83 (seis milhões, quatrocentos e dois mil, seiscentos e três reais e oitenta e três centavos), a preços de abril de 2017, na execução da mencionada obra. Já a Controladoria Geral da União (CGU) identificou um superfaturamento que ultrapassa os R$ 10 milhões na obra da Lagoa.

O nome da operação é uma alusão ao Irerê, espécie de marreco que era abundante nas águas da lagoa. Tanto que, até o início do século XX, antes da urbanização do parque, o local era conhecido como “Lagoa dos Irerês”.

Sem coletiva

Uma vez que a ação policial levada a efeito na data de hoje objetiva a coleta de provas e que as investigações continuam, inclusive correndo sob segredo de justiça, o pronunciamento da Polícia Federal acerca dos fatos investigados irá se restringir a esta NOTA, e por isso não concederá entrevista acerca da ação policial executada nesta data.

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