João Pessoa sedia etapa da Olimpíada Brasileira de Robótica até o domingo

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    Teve início na manhã desta quarta-feira (5), em João Pessoa, a etapa Paraíba da Olimpíada Brasileira de Robótica. A competição, que segue até o próximo domingo (9), acontece na Estação das Artes Prefeito Luciano Agra, no Altiplano, e contou com a participação de 334 equipes representando escolas de todo o Estado. Só da Rede Municipal de Ensino de João Pessoa, serão 93 as equipes participantes.

    A Olimpíada abrange quatro regionais, que engloba todos os municípios paraibanos com equipes inscritas. As competições ocorrem em dois níveis, que se referem aos alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. Os vencedores de cada regional disputam a final estadual, que acontece no próximo domingo (9).

    “A prática da robótica nas escolas tem tido um grande crescimento e um salto qualitativo e João Pessoa tem sido um referência nesse sentido”, destacou a secretária municipal de Educação, Edilma Ferreira. “Os resultados obtidos pelos nossos estudantes têm aumentado o interesse entre todas as escolas do Estado e isso é reflexo de todo um investimento”, afirmou.

    De acordo com Fagner Ribeiro, coordenador do evento, o número de participantes este ano é quase cinco vezes superior ao registrado em 2012, por exemplo. “Há menos de quatro anos a competição contou com 70 equipes participantes e hoje temos 334. A prática da robótica tem sido incentivada e isto reflete na adesão dos estudantes”, afirmou.

    Entre os participantes está a Equipe Apolo, que vem da Escola Municipal Apolônio Sales, em Cruz das Armas, e já possui reconhecimento mundial. O grupo conquistou o primeiro lugar em interação com robôs na Copa do Mundo de Robótica, a RoboCup 2015, realizada na China.

    Kaio Victor Cunha foi um dos alunos vencedores, mas a conquista internacional não diminui a euforia da competição local. “A robótica é um divisor de águas na minha vida e é onde eu quero construir uma carreira, então cada nova etapa é cheia de expectativas”, contou. Para ele, foi mais tranquilo competir na China que em sua própria casa. “Lá não esperavam tanto da gente, então não tínhamos que provar nada. Aqui chegamos como campeões mundiais. A pressão é maior. Mas vamos dar o nosso melhor”.

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