Janduhy Carneiro defende que corrupção seja crime hediondo

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    O deputado estadual Janduhy Carneiro (PTN) defendeu na manhã desta quinta-feira, 19, na tribuna da Assembleia Legislativa da Paraíba que o Congresso e o Poder executivo se unam para a criação de um Projeto de Emenda à Constituição (PEC) no sentido de transformar o crime de corrupção em crime hediondo, na tentativa de reduzir o n´mero de casos que acontecem no Brasil e que levaram o povo brasileiro ir às ruas para reivindicar soluções para o problema e até pedir o impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

    “Esta medida iria reduzir consideravelmente os casos de corrupção no Brasil, pois quem fosse pego cometendo este tipo de crime iria responder o processo já na cadeia, em regime fechado. Espero que a presidente Dilma e o Congresso se unam com a finalidade de aprovar esta PEC e dar uma resposta à população brasileira que clama por justiça”, acredita o deputado.

    Janduhy Carneiro lembrou que no último domingo o povo foi às ruas reivindicar soluções imediatas para acabar com a corrupção no país. “Milhões de brasileiros foram às ruas, em uma manifestação pacífica, para deixar claro o seu recado principalmente contra a corrupção no Governo, resta agora saber quais serão os próximos passos que os poderes Executivo e Legislativo irão dar às vozes das ruas”, cobrou o parlamentar.

    O parlamentar do PTN disse ainda sobre o pacote fiscal anunciado pela presidenta Dilma que arrocha ainda mais o bolso do contribuinte. “O Governo tenta sair da crise com este pacote fiscal, onde aumenta diversas tarifas, ao contrário do que foi pregado na última campanha eleitoral, e com uma forte pitada de ineficiência para evitar os inúmeros casos de corrupção nas estatais, o foco maior dos protestos da população brasileira”, lembrou Janduhy Carneiro.

    Finalizando, o deputado falou sobre a reforma política, como remédio para erradicar, ou pelo menos inibir os inúmeros problemas causados pelo atual sistema político eleitoral, onde a corrupção vive encrustada nos órgãos públicos. “Esta tarefa seria do Congresso Nacional, que se espera ao menos que não exista corporativismo no julgamento de parlamentares que venham a ser comprovadamente culpados no caso do Petrolão. Resta também a expectativa frente ao Judiciário, para que se mantenha a celeridade, a agilidade e severidade na apuração do processo da Lava Jato”, concluiu.

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