Iphan embarga obra do shopping de Cabedelo por falta de estudo arqueológico

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    O grupo Marquise, do Ceará,  ainda não apresentou diagnóstico arqueológico exigido pelo instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Iphan), para o projeto do Pátio Shopping Intermares, em Cabedelo. Essa é uma das recomendações da legislação brasileira para empreendimentos de grande impacto ambiental.

    O superintendente do Iphan na Paraíba Cláudio Nogueira revelou que o Grupo Marquise tentou iniciar a obra mesmo sem o procedimento.“O IPHAN emitiu um embargo da obra, em outubro do ano passado”, disse Cláudio.

    Em janeiro deste ano, após o embargo, é que o Grupo marquise pediu autorização para que o diagnóstico fosse realizado. “Enquanto eles não finalizarem, as obras continuam embargadas”, declarou o superintendente.

    Todos os levantamentos feitos pela empresa contratada deverão passar pelo IPHAN. “À medida que o diagnóstico vai sendo realizado e aprovados as obras podem ser realizadas”.

    Segundo Cláudio os estudos arqueológicos levam em média de dois meses até três anos, dependendo da envergadura do empreendimento. Para o projeto do Grupo Marquise a estimativa é de que seja realizado em pelo menos 60 dias, prevê Nogueira.

    Por Mateus Fonseca

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