Investigadora do caso Rebeca diz que testemunhas correm risco e não revela motivos do crime

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    Das investigações do caso Rebecca, divergências de ideias. Isso porque a investigadora e criminóloga Ilana Casoi, que também participa da equipe que auxilia a polícia a encontrar um desfecho ao caso, acredita que a promotora Artemise Leal está equivocada em não considerar os indícios que apontam participação do padrasto, Edvaldo Soares da Silva, na morte da adolescente no dia 11 de julho de 2011.

    De acordo com Ilana Casoi, a quebra de sigilo e também o histórico de crime, inclusive sexual, de Edvaldo Soares apontam ele como participante do crime. No entanto, a investigadora não quis revelar o motivo do crime alegado que testemunhas  que deram depoimentos a polícia podem correr risco de vida.

    “De jeito nenhum. Acho que as pessoas correm riscos. A promotora já não disse quem é, então que ela explique porque que acha que não é ele”, destacou.

    A investigadora também disse que está em desacordo com a revelação do nome do suspeito. Segundo ela, isso atrapalha as investigações. “Acho que isso atrapalha bastante as investigações. Atrapalha e vai continua atrapalhando. A revelação pela imprensa atrapalha e coloca em risco às pessoas que deram depoimento. Eu durmo em paz  na medida que não revelo nada. Quem revela tem a responsabilidade da revelação”, destacou.

    Ainda segundo Ilana Casoi, a polícia está convicta da participação de Edvaldo na morte da garota. “Se a polícia pede a prisão de um individuo, ela não esta para brincadeira. A polícia não fez isso nem para dar entrevista nem para brincadeira. Quem pede a prisão de um individuo tem que está convicto disso”, afirmou.

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