Hospital de Mamanguape orienta funcionários sobre chikungunya

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    O Hospital Geral de Mamanguape (HGM), em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde, realiza nesta terça (2) e quarta-feira (3) palestra sobre o diagnóstico e tratamento de pacientes com suspeita de febre chikungunya. O evento acontece no auditório do hospital, às 14h, e servirá para treinar médicos, enfermeiros, técnicos e todos os outros profissionais da saúde.

    De acordo com o coordenador da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), enfermeiro Rodrigo Pontes, o encontro é importante para que os profissionais de saúde saibam como diagnosticar a doença, diferenciando a chikungunka da dengue. “Toda informação que pudermos oferecer sobre a doença será passada na palestra. É importante o profissional saber identificar e diferenciar a chikungunka da dengue”, afirmou.

    O diretor-geral do HGM, Adalberto Ribeiro, afirmou que o hospital está se tornando referência também em eventos de capacitação profissional. “Não será a primeira vez que trazemos temas importantes para dentro do hospital. Fizemos dois eventos na conscientização contra o câncer de mama – Outubro Rosa – e contra o câncer de próstata – Novembro Azul. Nossas portas sempre estão abertas para novos eventos que levem conhecimento aos profissionais e também à população”, disse.

    A doença – A chikungunya é uma doença infecciosa, causada pelo vírus chikungunya (chikv), transmitida pela picada do mosquito do gênero Aedes, o mesmo que transmite a dengue.

    Sintomas – Febre, dores intensas nas articulações de pés e mãos – dedos, tornozelos e pulsos. Pode ocorrer também dor de cabeça, dores nos músculos e manchas vermelhas na pele.

    Tratamento – Na fase aguda, o tratamento contra a febre chickungunya é sintomático. Analgésicos e antitérmicos são indicados para aliviar os sintomas. Manter o doente bem hidratado é medida essencial para a recuperação.

    Prevenção – Não existe vacina contra a febre chikunngunya. Na verdade, a prevenção consiste em adotar medidas simples no próprio domicílio e arredores que ajudem a combater a proliferação do mosquito transmissor da doença.

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