Feira Central de Campina Grande é tema de produção cultural de artistas de São Paulo

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Com o propósito de dar visibilidade às (r)existências da Feira Central de Campina Grande, o projeto de intervenção urbana “História que vós me nordestes” acontece em sua última etapa esta semana, entre os dias 26 e 3 de julho, espalhando na cidade diversas fotos e histórias que foram capturadas e que retratam a história, subjetividades e sensações da Feira Central e seus personagens.

A Feira Central, que passa pelo processo de reconhecimento enquanto Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio histório e artístico Nacional), foi o local escolhido para ser cenário de um projeto, financiado pelo Catarse, executado por dois artistas de São Paulo, Gabriel Conceição e Milla Pizzi, que vieram à Campina Grande com o intuito de entender qual o papel que a Feira Central teve e tem no cenário da cidade.

O projeto espalhará fotos pelos pontos de maior visitação na cidade e também será apresentado em um evento intitulado “Com a diferença, tecer a resistência” que será realizado entre os dias 30 e 31 de Julho, com o intuito de mostrar as tensões entre o tradicional e o moderno e outras disputas que acontecem na Feira Central de Campina Grande, que possui também um projeto de “Requalificação” e prevê reformas estruturais para o local.

Esta é a última etapa desta exposição, que já aconteceu em São Paulo em 2015 e agora trouxe pra Campina Grande o resultado das vivências que os artistas tiveram em três meses vivendo na Feira Central de Campina Grande para captar as subjetividades e ouvir as histórias dos feirantes que trabalham lá há mais de 20 anos.

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