Facebook testa lojas ‘embutidas’ em páginas e amplia possibilidades de e-commerce

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    O Facebook está testando lojas virtuais dentro das páginas das mais variadas marcas de varejo online. Na prática, são pequenas lojas que dão às empresas a oportunidade de vender produtos diretamente na rede social. Ainda em fase de testes, esta nova empreitada já inseriu o botão “Comprar” em algumas fan pages. Com a novidade, a experiência de compra, desde a descoberta do produto até o pagamento do pedido, vai acontecer dentro da plataforma.

    Os executivos da rede social esperam que, com isso, as marcas usem suas páginas de fãs não apenas para informarem os clientes, mas também para venderem diretamente a eles. O comércio social, como está sendo chamado esta modalidade de compra e venda, ainda não tem o seu desempenho comprovado. O Facebook está desbravando uma nova área e espera ter tanto sucesso nisso quanto tem com os anúncios, que já movimentam cerca de US$ 60 bilhões (R$ 180 bilhões) por ano.

    Recentemente foi introduzida a função de enviar dinheiro para outra pessoa pelo Messenger. Além disso, a rede social está testando uma assistente virtual para, entre muitas funções, ajudar os usuários a encontrar bons produtos na hora das compras. O Facebook já tem um botão de compras nos grupos, que pode ser implementado de forma independente.

    Atualmente, a rede social não cobra nenhuma comissão das empresas. Porém, com as novas lojas embutidas que estão por vir, essas regras podem mudar e a rede social pode passar a cobrar uma porcentagem por venda.

    Com esta nova iniciativa, está acontecendo uma transição do comércio online. Pinterest e Twitter já criaram suas versões de lojas virtuais, adaptadas para a dinâmica das redes sociais. O Google também introduziu um botão de compra nos resultados de buscas. Agora, o Facebook está testando funcionalidades similares. A aposta é baseada no tempo que os usuários passam dentro da rede social, seja pelo desktop ou por aplicativos móveis.

    Com exceção das gigantes do varejo, como Amazon e Wallmart, as demais marcas estão vivendo uma experiência similar aos sites de conteúdo. Estão cada vez mais hospedando seu conteúdo no Facebook para manterem suas visualizações e popularidade. Marcas e lojas menores podem precisar fazer o mesmo em breve, se quiserem continuar mantendo as vendas em alta.

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