Em carta, professores declaram apoio à contratação de OS para Educação

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Cento e oitenta professores da rede estadual de ensino declararam apoio, nesta quarta-feira (26), à contratação de Organizações Sociais (OS) com objetivo de melhorar a manutenção das escolas e legalizar a situação trabalhista de centenas de prestadores de serviço.

Em carta, professores declaram apoio à contratação de OS para Educação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Veja aqui a carta com as assinaturas

 

Entenda

Muito se publiciza de que haverá uma terceirização da Educação do Estado. O que não é verdade. Uma rápida lida no edital de contratação da Organização Social para este fim esclarece que o objetivo central é dar suporte à escola, sem tirar autonomia de professores e diretores.

O governador Ricardo Coutinho, também no seu programa semanal de rádio, esclareceu que ‘terceirização’ ou ‘privatização’ não são os termos corretos para esta ação do Governo do Estado.

“É até absurdo falar isso sobre um governo que investe recursos da forma como investimos, que qualifica nossa educação. Isso é uma bobagem terrível”, declarou.

Ricardo ainda afirmou que a decisão de contratar uma OS para manutenção das escolas advém da necessidade de toda a rede pública de ensino que ele mesmo vivenciou ao visitar várias unidades e pelos relatos de professores, diretores e alunos.

“Chego em algumas escolas, vejo o mato nas alturas, questiono os diretores a respeito disso e me respondem que a secretaria não mandou pessoal para fazer o reparo. Isso não tem sentido, é um pensamento atrasado, as coisas precisam ser mais ágeis. É por isso que estamos, com estas contratações, agilizando a manutenção dos prédios. Um muro que cai, uma lâmpada que queima, uma parede a ser pintada, coisas que não podem esperar três meses por uma licitação ou por processos burocráticos que existe no setor público”, completa.

Diretor

E o diretor do Lyceu Paraibano, Olegário Vieira, lamentou a propagação de tais informações equivocadas. “Só quem sabe da realidade das escolas são os gestores, os professores e os alunos. Eu tenho percebido com algumas publicações na imprensa que são contrárias à proposta é de que as críticas se tratam de coisas políticas, ideológicas, que não tem domínio com a realidade das escolas. Muitos aí tiveram sequer o trabalho de ler o edital e ficam publicando algumas coisas com termos como ‘terceirização’, ‘privatização’, sendo que não tem nada a ver com o objeto em discussão. O Estado não está em nenhum momento transferindo sua atividade-fim, que é a Educação, que continua sob o controle, gerência, administração e responsabilidade e gestão do Estado. A direção em nenhum momento perde a sua autonomia. Os professores não terão nenhuma alteração do vínculo empregatício. A OS vai cuidar de uma atividade-meio, que é o suporte nas pequenas manutenções de limpeza, de merenda, de portaria”, explicou.

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