Eduardo Cunha é defendido por outros deputados e diz que não se afastará de presidência da Câmara

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    Sob suspeita nas investigações da Lava Jato, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), teve seu afastamento cobrado pelo PSOL na reunião com os líderes partidários na tarde desta terça-feira (4). O peemedebista, porém, foi defendido por quase todas as outras legendas e, segundo relatos, disse que não se afastará nem se licenciará do cargo.

    A reunião, feita a portas fechadas, confirma cenário detectado pelo jornal Folha de São Paulo, de que Cunha ainda conta com sólido apoio entre seus pares, apesar das suspeitas que pesam contra ele.

    Enquete feita pelo jornal mostrou que, com exceção do PSOL e do PPS, as outras legendas dizem não ver motivo para que Cunha se afaste mesmo que seja denunciado pelo Ministério Público Federal e se torne réu no caso de corrupção na Petrobras.

    O assunto foi abordado na reunião desta terça pelo líder da bancada do PSOL, Chico Alencar (RJ). “Me surpreendi com essa enorme unidade entre o governo e parte da oposição”, ironizou o deputado sobre a defesa de Cunha feita por outros líderes partidários. Ele ressaltou que não estava fazendo antecipação de julgamento, já que, em sua visão, um afastamento não significa reconhecimento de culpa.

    Partidos como o PMDB, PTB, DEM, PSDB, PC do B, PR e PRB saíram em defesa do peemedebista, sob o argumento de que é preciso que seja respeitada a presunção da inocência. Segundo relatos, Cunha disse que não abrirá mão do mandato de presidente concedido a ele por seus pares.

    As informações são da Folha de São Paulo.

     

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