“É uma barbaridade essa Lei Maria da Penha”, diz parlamentar da PB

Eliza mais uma vez polemizou ao comentar sobre a diversidade de gênero e a legislação, que possui dispositivos de inclusão social e proteção às minorias

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A vereadora Eliza Virgínia (PSDB), que está prestes a assumir a vaga do deputado Tovar Correia Lima (PSDB) na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), mais uma vez polemizou ao comentar sobre a diversidade de gênero e a legislação, que possui dispositivos de inclusão social e proteção às minorias.

A vereadora comentou que, infelizmente, existe a Lei Maria da Penha, que promove a proteção da mulher que sofre agressão física, psicológica ou patrimonial e que existem incentivos que tais vítimas sejam inseridas no mundo do trabalho.

“Aí existe a Lei Maria da Penha. A mulher que é agredida, espancada pelo marido, que pode e tem mecanismos para sair dessa situação, mas que há uma lei que assegura que ela terá oportunidade de emprego garantida. É uma barbaridade existir a Lei Maria da Penha, mas infelizmente, por todos esses motivos, ela é suficiente”, declarou, em um programa de rádio, na tarde desta quinta-feira.

Eliza ainda destacou outro tipo de público que possui legislação específica de proteção. “Agora, lei tem que ser para idoso e para o filho do idoso. O idoso que trabalhou a vida inteira e quando se aposenta, é o filhinho que vai ‘cuidar’ do dinheiro do idoso. Na verdade, fica lá usufruindo da aposentadoria do pai ou da mãe”, afirmou.

Garantias

Para ela, o idoso não tem as garantias necessárias na Constituição, como o público LGBT tenta conquistar. “Para o idoso não dá tanto cartaz, aí vai dar cartaz para homossexual? O homossexual tem pai, mãe, família, paga os mesmos impostos que as pessoas normais. E aí ainda vem colocar essas conferências, paletras e até cotas para exercer cargo público? Aí, paciência né. Vivemos em um país livre, mas que se  gente for expressar opinião em que um homossexual se sinta ofendido, a multa é de R$ 50 mil. E para onde vai esse dinheiro? Para a vítima? Não, vai para essas ONGs LGBT”, declarou.

Questionada se ela, que já tem na Câmara de João Pessoa a vereadora Sandra Marrocos (PSB) como contraponto de suas ideias, se vai ter coragem de encarar a deputada Estela Bezerra (PSB), que também possui bandeiras de luta na contramão do pensamento dela, Eliza não hesitou.

“Eu não me preocupo com opositor. Opositor nenhum vai me por medo. Opositor nenhum vai tirar de mim minhas convicções”, concluiu.

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