Dunga pode sacar paraibano do time titular no duelo desta terça-feira contra a Venezuela

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    Todo castelo precisa de um rei. O Castelão está à procura de sua majestade. O trono está vago pelas ausências daqueles que brilharam no estádio com o manto amarelo. Neymar, Thiago Silva e David Luiz fizeram gols em Fortaleza, foram decisivos em triunfos importantes. Nesta terça-feira, às 22h, pela primeira vez em mais de cinco anos, a Seleção Brasileira entrará em campo sem nenhum dos três, ícones da atual geração. Mas terá pelo menos 11 candidatos a assumirem a coroa e darem um suspiro de alívio ao torcedor na partida contra a Venezuela.

    Rei Hulk 19? Ou seria Douglas Costa VII, em romano? Talvez Miranda, capitão intocável do ex-capitão Dunga. O Brasil precisa de alguém que faça o que não fez na última batalha, no Chile: decida o jogo. Na análise da comissão técnica e dos próprios jogadores, um tanto quanto tendenciosa, a Seleção teve oportunidades de sair vitoriosa na estreia das Eliminatórias, mas fracassou pela falta de contundência nos lances mais agudos. Por isso, inclusive, o meia santista Lucas Lima é cotado para substituir Oscar no Castelão, assim como Ricardo Oliveira pode ganhar uma oportunidade entre os titulares, substituindo o paraibano Hulk no ataque.

    Sem Neymar, a tarefa da Seleção Brasileira é mostrar que já conseguiu colocar em prática aquilo que Dunga pede desde que voltou ao cargo: força coletiva. Há lugar para um “rei substituto” na equipe, enquanto o atacante do Barcelona cumpre seu último jogo de suspensão por ter perdido as estribeiras na Copa América e discutido de forma ríspida com o árbitro?

    Desde que Dunga encerrou sua primeira passagem pela Seleção, ao perder para a Holanda nas quartas de final da Copa do Mundo de 2010, essa será a primeira vez que o time titular não terá Neymar, Thiago Silva ou David Luiz. Nesses mais de cinco anos, sempre, pelo menos um deles estava em campo. Eles foram eleitos, lá atrás, como símbolos de uma mudança cobrada até pelos dirigentes da CBF.

    Coincidentemente, o trio marcou três dos quatro gols que o Brasil fez no Castelão desde sua reinauguração, nas vitórias por 2 a 0 sobre o México, e 2 a 1 sobre a Colômbia. O outro foi de Jô. Com mistério de Dunga e a necessidade de se manter como força soberana no continente, a Seleção receberá a Venezuela às 22h, com a necessidade absoluta de vitória. As informações são do Globoesporte.

    Ficha técnica

    Brasil: Jefferson, Daniel Alves, Miranda, Marquinhos e Filipe Luís; Luiz Gustavo, Elias, Oscar (Lucas Lima), Willian e Douglas Costa; Ricardo Oliveira (Hulk). Técnico: Dunga

    Venezuela: Baroja, Rosales, Vizcarrondo, Amorebieta e Cichero; Rincón, González e Seijas; Falcón, Jeffrén e Rondón. Técnico: Noel Sanvicente

    Data: 13/10/2015

    Horário: 22h

    Local: Arena Castelão, em Fortaleza (CE)

    Árbitro: Dario Ubriaco (URU)

    Auxiliares: Carlos Pastorino e Nicolas Taran (URU)

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