Dirigente do PSOL diz que Correios proíbe horas extras e carteiros sofrem cobrança

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    O presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, que é empregado dos Correios, usou as redes sociais ontem para criticar os Correios por estar pressionando os carteiros. De acordo com Galdino, os carteiros estão enfrentando uma sobrecarga de trabalho dentro da jornada de oito horas.  “E nos Correios continua a pressão e exploração sobre os trabalhadores. Desta feita, diante da proibição de horas extras na empresa e a falta de empregados, os carteiros estão sendo cobrados diariamente pela população”, disse Galdino em sua página no Facebook.

    Uma medida dos Correios foi adotada no sentido de cortar as horas extras de todos os empregados. Mas a realidade das cartas impõe aos carteiros um dilema: entregar menos cartas e ficar indiferente as cobranças diárias dos clientes da empresa ou tentar produzir mais distribuição, mesmo que ultrapasse a jornada e não sejam remunerado devido ao fim das horas extras na empresa.  O presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, que é carteiro, revela que há realização de trabalhos não registrados pela empresa. “Assim, estão trabalhando fora da jornada de trabalho e prepostos da empresa não estão permitindo a computação desses excedentes no cartão de ponto. Ou seja, a empresa explora tempo de trabalho não remunerado dos empregados”, disse, ao se referir a alguns carteiros que terminam excedendo o horário de trabalho, diante da vista de supervisores e gestores, que impedem a anotação desse tempo extraordinário.

    Veja a postagem, na íntegra, de Galdino:

    Fabiano Galdino

    “E nos Correios continua a pressão e exploração sobre os trabalhadores. Desta feita, diante da proibição de horas extras na empresa e a falta de empregados, os carteiros estão sendo cobrados diariamente pela população. Assim, estão trabalhando fora da jornada de trabalho e prepostos da empresa não estão permitindo a computação desses excedentes no cartão de ponto. Ou seja, a empresa explora tempo de trabalho não remunerado dos empregados”.

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