Dilma lamenta morte de jurista que lutou contra a ditadura

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    A presidenta Dilma Rousseff lamentou hoje (12) a morte do ex-ministro da Justiça e do Supremo Tribunal Federal (STF) Paulo Brossard e destacou a luta do jurista no enfrentamento da ditadura militar.

    “É com tristeza que recebo a notícia da morte do jurista Paulo Brossard, homem de fortes convicções democráticas, que se tornou uma referência política na luta contra a ditadura. O país perde um grande brasileiro”, disse a presidenta, em nota. No texto, Dilma manifestou solidariedade à viúva, Lúcia Brossard, e aos filhos, amigos e parentes de Brossard.

    O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, também destacou a contribuição do jurista na luta pela redemocratização do país e para a realização, em 1992, do plebiscito em que os brasileiros escolheram a República e o presidencialismo como forma e sistema de governo do país.

    “O Ministério da Justiça assinala a contribuição relevante que ele prestou ao país na luta pela redemocratização e ainda seu papel destacado como titular da pasta da Justiça no governo [de José] Sarney e, em seguida, entre 1989 e 1994, como ministro do Supremo Tribunal Federal”, diz nota divulgada pelo ministério. “Diante de seu legado como homem público, político, jurista, ministro do STF e advogado, é que, neste momento de dor de seus amigos e familiares, apresento sinceras condolências”, acrescenta o texto.

    Brosssard morreu hoje (12), em sua residência em Porto Alegre, aos 90 anos. O velório deve ocorrer no Palácio Piratini, sede do governo do estado.

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