Deputado petista critica comportamento de Manoel Júnior com Dilma: “descarado”

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“Descarado”, “caso perdido” e “não confiável”. Esses foram alguns dos adjetivos utilizados pelo deputado estadual Anísio Maia (PT) para descrever o comportamento do deputado federal Manoel Júnior (PMDB) em relação ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

Não apenas Manoel foi alvo de críticas do petista, que classifica que há vários deputados na bancada federal paraibana que estão “em cima do muro”.

E elenca: “Veneziano disse que iria analisar o impeachment. Pelo amor de Deus, então saia da base. Hugo Motta, se eu não me engano, já se posicionou contra o impeachment, no caso de Cunha ele é aliado. O pai de Wilson Filho é do Banco do Brasil, mas ele ainda não se posicionou. Manoel Júnior é descarado”, declarou.

Anísio ainda é adepto do radicalismo quantitativo e defendeu que a presidente Dilma deveria optar por chamar “o feito a ordem”, para que saiba quem da bancada governista é leal ao projeto dela.

“Eu diria, ‘quem quiser sair, saia, a proposta é essa’. Ficaria com 200 deputados de verdade, que mostram a cara, acho que a gente ganharia com isso, muito mais do que com esse balaio de gato. Só Luiz Couto e Damião Feliciano se posicionaram contra o impeachment. Outro é Manoel Junior, que pra mim é um caso perdido. Ele, pra mim, não merece a menor confiança, vive conspirando contra nós, não faz nada a favor do Governo. Aqui na Paraíba ele enrica o INSS e tem mais outras coisas que a gente não sabe, tem muitos cargos”, criticou.

Anísio citou o caso do governador Ricardo Coutinho (PSB), que esteve ao lado de Dilma no momento mais crítico do ano passado e explicou qual deveria ser a posição tomada pelos parlamentares da base que ainda estão indecisos.

“Ricardo apoiou Dilma num momento difícil. Ele é o contrário do oportunista é o que a gente vê em várias entrevistas. Quem é da base do partido, do Governo Federal, e do impeachment? Eu não sei como a pessoa é da base do partido e não sabe se vai defender o partido do impeachment ou não, porque, se eu fosse da base do partido e visse que o impeachment tinha fundamento, eu sairia da base do Governo e iria defender. Mas você fica lá dentro em cima do muro, é vergonhoso”, avaliou.

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