Cunha Lima diz que homenagem a Moro não tem ligação com PSDB e cita caso Concorde

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Após críticas do deputado Anísio Maia (PT), contra homenagear o juiz Sérgio Moro com a medalha Epitácio Pessoa, o autor da propositura Artur Cunha Lima Filho (PRTB) não hesitou em rebater. “Eu não penso com o meu sangue, penso com minha cabeça”, disse ele,  na manhã desta quarta-feira (09), desmentindo insinuações de que o Projeto de Resolução solicitando a concessão da Medalha “Epitácio Pessoa” ao Juiz Federal Sérgio Fernando Moro e um requerimento de Voto de Aplauso, tivesse alguma ligação com o PSDB, partido de seu primo Cássio Cunha Lima.

Ainda segundo o parlamentar, as proposituras buscam unicamente reconhecer o trabalho anticorrupção capitaneado pelo juiz Sérgio Moro na Operação Lava Jato, que apura escândalos criminosos envolvendo a Petrobras. “Como parlamentar tenho essa prerrogativa. Quem for contra, vote contra. Por isso vivemos num processo democrático. Eu estou fazendo o que manda a minha consciência”, disse Artur.

E o parlamentar foi adiante. “Minha propositura não é uma perseguição a ninguém do PT. Torço para que todos os processos que envolvam desvios de recursos públicos sejam investigados e os responsáveis punidos, sejam eles do PT, PSDB, PMDB ou qualquer outro partido”, afirmou Artur, lembrando, inclusive o caso Concorde, que tem como réu, justamente, seu primo Cássio Cunha Lima.

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