Conselho se reúne para elaborar plano do Parque Estadual de Areia Vermelha

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    A elaboração do Plano de Manejo do Parque Estadual Marinho Areia Vermelha, em Cabedelo foi o tema de discussão da primeira reunião ordinária do Conselho Gestor Consultivo. O documento é necessário a todas as Unidades de Conservação, de acordo com a Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000. O secretário executivo do Meio Ambiente, Fabiano Lucena, participou da reunião, que aconteceu nesta quinta-feira (12).

    O Plano tem como objetivo estabelecer o zoneamento e as normas que devem presidir o uso da área e o manejo dos recursos naturais, inclusive a implantação das estruturas físicas necessárias à gestão da unidade de conservação. De acordo com a presidente do Conselho, Karina Massei, da Sudema, o zoneamento e as normas estabelecidas nortearão os usos e o manejo dos recursos naturais no entorno de Areia Vermelha.

    Fabiano Lucena ressaltou que a elaboração do documento requer um estudo minucioso da vida marinha existente em toda área e adjacências, e que será de suma importância ouvir a população frequentadora do parque. O Governo do Estado pretende reunir turistas, praticantes de esportes náuticos, pescadores e representantes de ONGs e entidades ligadas ao Meio Ambiente. “Eles terão oportunidade de expor suas opiniões durante o processo de elaboração do plano que será fruto do entendimento, do consenso e do bom senso de uma construção coletiva”, informou o secretário.

    A supervisão da elaboração do plano de manejo do Parque Estadual Marinho da Areia Vermelha será realizada pela equipe da Coordenadoria de Estudos Ambientais (CEA) da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), responsável pela gestão das unidades de conservação.

    O Parque Estadual Marinho de Areia Vermelha está localizado no município de Cabedelo, apresenta uma área de 230 hectares, e foi criado pelo decreto estadual nº 21.263 de 28 de agosto de 2000.

    O Conselho Gestor Consultivo do Parque foi criado em assembleia democrática e homologado pelo Conselho de Proteção Ambiental – Copam, no dia 6 de maio de 2014. A sua função é ser um fórum democrático de valorização, controle social, discussão, negociação e gestão da unidade de conservação, incluída a sua zona de amortecimento ou área circundante, para tratar de questões sociais, econômicas, culturais e ambientais que tenham relação com a unidade de conservação.

     

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