Cientista político diz que manifestações não promovem as mudanças que a população pede

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    O número de manifestantes nas ruas contra a corrupção diminuíram em todo o país. Essa diminuição reflete o processo de lenta recuperação do governo no combate às crises política e econômica. Após sucessivas derrotas no Congresso Nacional, e da iminência de uma crise institucional e de um golpe, o governo volta a tomar fôlego.

    Para o cientista político José Henrique Artigas de Godoy, o movimento é voluntarista, sem apoio institucional ou partidário, onde percebemos a diminuição do número de manifestantes porque as pessoas não querem ser associadas à Ditadura Militar e à violência que é pregada nos discursos da extrema direita golpista, de tendência fascista e autoritária.

    De acordo com Artigas, as manifestações que aconteceram neste ano trouxeram às ruas três grupos distintos: os descontentes com a crise, os partidos de extrema direita, como o PSDB, e os reacionários, que proferiram discursos antidemocracia, elitistas e individualistas.

    “As manifestação representam poucos votos no Congresso Nacional, ou seja, não tem nenhuma implicação política, assim como também não tiveram em 2013, quando milhões de pessoas foram às ruas querendo mudanças, mas elas não aconteceram. Não tivemos renovação. Dilma foi eleita, e na Paraíba tivemos 0% de mudança, avesso ao que foi pedido nas ruas”, analisou Artigas.

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