CGU já tinha apontado superfaturamento de R$ 10 milhões na obra da Lagoa

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A Controladoria Geral da União já tinha apontado um superfaturamento de R$ 10 milhões no serviço de desassoreamento da obra da Lagoa, além do enigma em torno de onde foi depositado essa quantidade de material equivalente à produção de lixo do país em um dia.

A Polícia Federal desencadeou nesta sexta-feira (2) a Operação Irerês, que tem o objetivo de investigar irregularidades na licitação da obra da Lagoa, no que diz respeito ao repasse do Ministério das Cidades para a gestão do prefeito Luciano Cartaxo (PSD).

Ao todo, foram cumpridos dois mandados judiciais de busca e apreensão na Capital, sendo um na sede da empresa que fez a obra da Lagoa e outro na residência do diretor da empresa, localizada no bairro de Manaíra.

A Justiça Federal tornou os bens da empresa indisponíveis e proibiu novos pagamentos da Prefeitura de João Pessoa para o contrato de repasse da obra da Lagoa.

A Polícia Federal investiga a obra da Lagoa em três inquéritos: construção do Túnel, desassoreamento do local e construção do muro de contenção da Lagoa. O delegado José Juvêncio de Almeida Neto, está à frente das investigações.

Os secretários de Infraestrutura, Cássio Andrade; o de Articulação Política, Zennedy Bezerra; e o ex-secretário de Planejamento, Rômulo Polari, já foram depor assim como os responsáveis e engenheiros do aterro sanitário metropolitano, e das empresas Compecc e JGA.

200 mil toneladas de lixo

As suspeitas sobre irregularidades da obra da Lagoa existem desde que a Prefeitura de João Pessoa anunciou que retirou mais de 200 mil toneladas de lixo, mas recentemente uma pessoa que resolveu nadar do local conseguiu caminhar com água abaixo da cintura.

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