Celulares do programa SOS Mulher serão entregues em Bayeux e Cabedelo

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    A coordenadora das Delegacias Especializadas da Mulher, delegada Maísa Félix Araújo, entrega nesta quinta-feira (14), em Bayeux, aparelhos celulares do Programa SOS Mulher. Os celulares utilizados como ferramenta preventiva para atender mulheres em situação extrema de violência ou risco iminente de morte serão entregues também em Cabedelo na próxima semana. Cada delegacia receberá cinco celulares. Nesta etapa inicial do Programa SOS Mulher, 65 mulheres serão atendidas.

    Segundo a delegada, em João Pessoa, 15 mulheres já estão usando o dispositivo de proteção, que funciona interligado com a Delegacia da Mulher e com a patrulha militar. Campina Grande também receberá 20 aparelhos. O município de Santa Rita foi o primeiro município da região metropolitana a receber cinco aparelhos. O celular tem o botão verde que significa que não há perigo; o amarelo para risco quando o agressor está rondando a casa da vítima ou nas proximidades e o vermelho para risco total, quando o agressor já está constrangendo ou fazendo ameaças.

    “A mulher em situação de violência recebe o celular e as orientações sobre o uso na Delegacia da Mulher de Santa Rita como mais um mecanismo de proteção, além de ser encaminhada para a Defensoria Pública e solicitada medida protetiva. Quem usa o celular geralmente informa como está a situação com a orientação de apertar o botão verde diariamente”, explica a delegada.

    Segundo a secretária da Mulher, Gilberta Soares, a avaliação é positiva em relação à implantação dos celulares, pois funciona como mais um mecanismo de proteção. “Estamos no momento de entrega dos celulares para fazermos o monitoramento do funcionamento e os ajustes em cada município”, disse. Os celulares são entregues para as mulheres que tiveram violada a medida protetiva pelo agressor, estão saindo da Casa Abrigo ou vivem em situação iminente de morte.

    Somente em João Pessoa mais de 1000 inquéritos de violência doméstica já foram instaurados e 900 medidas protetivas foram solicitadas à Justiça.

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