Campinense vence o Botafogo-PB em pleno Almeidão e fica perto do bicampeonato

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Um jogo de muitas emoções marcou a primeira partida da decisão do Campeonato Paraibano de 2016. O Campinense, apesar de jogar fora de casa, mandou no jogo e venceu por 3 a 2.

No primeiro ataque, o Campinense já conseguiu abrir o placar. Aos 13 minutos, Adalgiso Pitbull fez boa jogada e tocou para Raul, que limpou a defesa e bateu rasteiro no canto direito de Michel Alves, para festa dos raposeiros presentes no Almeidão.

A resposta botafoguense veio aos 22 minutos, quando após bate-rebate na pequena área, Nildo dividiu com o goleiro Gledson. A bola ia entrando mansamente no gol, mas Joécio apareceu em cima da linha para salvar a meta rubro-negra.

Mas quem chegou perto de marcar mais uma vez foi a Raposa. Aos 27, Val saiu errado e a bola sobrou para Danilo, que chutou do meio da rua. A bola explodiu na trave direita do gol defendido pelo Belo.

O jogo era lá e cá. E em um lance de bola parada, saiu o gol de empate botafoguense. Aos 29 minutos Ângelo cobrou falta da direita, Fernando Pires tentou afastar, mas mandou contra o próprio patrimônio, deixando tudo igual.

A virada quase saiu dois minutos mais tarde. Após falta cobrada pela esquerda, a bola foi desviada no meio da área e Nildo, sozinho na pequena área, apareceu para mandar para o fundo do gol, mas o auxiliar José Maria Neto marcou impedimento corretamente, anulando o tento.

A final era eletrizante, e o Campinense voltou à frente do placar aos 35 minutos. Jussimar, da entrada da área, chutou no travessão de Michel Alves. Na sobra, Pitbull apareceu sozinho na pequena área para completar e marcar o segundo gol rubro-negro na final.

Ainda no fim do primeiro tempo, mais duas chances de gol. A defesa do Campinense tentou afastar mas a bola sobrou para Marcinho, que dentro da área bateu de perna esquerda, mas a bola saiu à direita da trave, pela linha de fundo. No último lance, aos 48, Marcinho cobrou falta na área, Marcelo Xavier desviou e Muller, praticamente em cima da linha, conseguiu mandar para fora.

Segundo tempo

Na volta do intervalo, Itamar Schulle sacou Val e Muller, que tinham recebido cartão amarelo, e colocou João Paulo e Warley, preocupado em não acabar a partida com pelo menos um expulso.

Com a bola rolando, o panorama era o mesmo do primeiro tempo. O Botafogo-PB saia de maneira desordenada, e deixava espaços na defesa, enquanto o Campinense se defendia bem e aproveitava as brechas. E dessa forma a Raposa conseguiu marcar seu terceiro gol no jogo.

Aos 9 minutos, Jussimar recebeu na intermediária ofensiva e tocou de cavadinha nas costas da defesa, onde apareceu Pitbull, livre. Michel Alves não saiu do gol, o atacante driblou Nildo e tocou na saída do arqueiro botafoguense, ampliando a vantagem rubro-negra.

Mas pouco depois de marcar o gol, Jussimar fez falta em Warley, levou o segundo amarelo e foi expulso de campo. O Belo tinha a vantagem, pelo menos no número de jogadores em campo.

Sem organização em campo, o Botafogo-PB não conseguia reagir, apesar da vantagem numérica. Tinha mais posse de bola, tenta pressionar na base do chuveirinho, mas não levava perigo ao goleiro Gledson.

Diá percebeu a inoperância ofensiva do Belo e resolveu fechar a casinha. Ele tirou Pitbull para colocar mais um zagueiro, e o rubro-negro passou a jogar no esquema 5-3-1, com apenas Reginaldo Júnior, atacante de lado de campo, isolado na frente.

Quando o jogo parecia definido, Marcinho fez jogada individual e foi derrubado na área. Renan Roberto acertou e marcou pênalti. Na cobrança, aos 35 minutos, Warley mandou no lado direito de Gledson e diminuiu o placar, recolocando o time da estrela vermelha na final.

E o gol de empate quase saiu aos 45 minutos. Marcinho foi lançado dentro da área, esbarrou no zagueiro e caiu. Na sobra, a bola acabou em Marcelo Xavier, que chutou de pé esquerdo, mas a pelota bateu na trave esquerda. Dois minutos mais tarde, Marcinho novamente recebeu na área e tocou no canto direito de Gledson, que se esticou todo para fazer uma defesa espetacular e garantir a vitória do Campinense.

No segundo jogo da final, que será no próximo dia 15, no Amigão, a Raposa pode perder por até um gol de diferença para ser bicampeão estadual. Já o Belo precisa de dois gols de diferença para levantar a taça pela vigésima oitava vez na história. As informações são do blog Voz da Torcida.

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