Berg descarta assumir cadeira na ALPB, mas não renuncia ao cargo de prefeito

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O prefeito afastado de Bayeux, Berg Lima (sem partido), não vai tomar posse na Assembleia Legislativa. Preso desde o dia 5 de julho no 5° Batalhão da Polícia Militar, ele encaminhou ofício à Meda Diretora da Casa abrindo mão da posse. O gestor recorreu ao disposto no Regimento Interno da ALPB para dizer que está impossibilitado de tomar posse. Com isso, ele não perde a suplência. O dispositivo citado pela defesa está previsto no artigo 189 do regramento da Casa. A vaga deve ser aberta com a licença do deputado estadual Genival Matias (Avante).

Com a saída de Berg Lima da linha de sucessão, o empossado deve ser o médico Américo Cabral (Avante), que teve 10.796 votos. Ele teve menos votos que o prefeito de Bayeux, que conseguiu 11.775. O advogado do gestor afastado, Raoni Vita, explicou que ainda não houve comunicação da Assembleia para que a posse ocorresse, porém, ele decidiu se antecipar ao pedido. Ele demonstrou também muita segurança de que consiga reverter a situação do prefeito.

“Vamos provar no Judiciário a inocência dele (Berg Lima), sem gerar qualquer discussão sobre interferência entre poderes. Muito embora tenha ficado honrado com a vaga aberta e com os votos recebidos, ele tem o compromisso com o povo de Bayeux”, destacou. Berg foi preso em flagrante durante operação desencadeada no dia 5 de julho pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, em parceria com a Polícia Civil. Desde então, ele está preso no 5° Batalhão da Polícia Militar. Informações do Blog do Suetoni.

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