Após testemunha inocentar Dom Aldo, advogado acredita em ‘armação’ contra arcebispo

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    O advogado Sheyner Asfóra, que defende o arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Pagotto, anda intrigado com as sucessivas mudanças de opinião da mulher que supostamente escreveu uma carta denunciando atos homossexuais na Arquidiocese da Paraíba.

    Em depoimento prestado à Polícia Civil da Paraíba, no dia 20 de agosto deste ano, Mariana José Araújo da Silva, suposta autora da carta afirmou não ter qualquer relação com essa carta e que sofreu pressões para realizar tal ação. Porém, dois meses depois, ela mudou totalmente seu testemunho e afirmou que escreveu a carta e que nunca foi coagida a nada.

    Segundo o advogado, diante das divergências nos depoimentos, não se pode aceitar que a mentira prospere para ofender Dom Aldo que, antes de ser um honrado ministro da igreja, é um cidadão de bem e que não praticou nenhum desvio de conduta e nem perpetrou qualquer ilícito penal. “Essa cidadã precisa ter a compreensão que mentir para a autoridade policial é crime e ela terá que responder pelos seus atos”, afirma dr. Sheyner Asfóra.

    De acordo com Asfóra, Mariana precisa ir aos meios de comunicação para declinar toda a verdade e falar quem está por trás dessa armação. “Assim poderemos saber, de fato, quem falta com a verdade. Eu a desafio a comparecer perante à imprensa para que diga o que sabe e a apresentar provas do que ela declarou perante o delegado de polícia”.

    O advogado relatou ainda, que é questão de honra revelar os nomes de pessoas que estão por trás disso tudo. Ele quer saber como essa senhora humilde dispõe de recursos para contratar um dos escritórios de advocacia mais caros da Paraíba.

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